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quinta-feira, 22 de outubro de 2020
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
[LIVRO] Animais Fantásticos e Onde Habitam
Título Original: Fantastic Beasts and Where to Find Them
Gênero: Aventura / Fantasia / Humor
Ano de Lançamento: 2001
Formato: PDF
Tamanho: 314 Kb
SINOPSE: Existe um exemplar de Animais Fantásticos e Onde Habitam praticamente em todas as casas bruxas no país. Agora, apenas por um período limitado, os trouxas também terão a chance de descobrir onde um quintípede habita, o que o pufoso come e por que é melhor não deixar uma vasilha de leite à porta da casa para um ouriço.
Na escola de Hogwarts, este livro é amplamente usado pelos alunos de todas as classes, tanto para as aulas de Trato das Criaturas Mágicas, como para as de Defesa Contra as Artes das Trevas.
Na escola de Hogwarts, este livro é amplamente usado pelos alunos de todas as classes, tanto para as aulas de Trato das Criaturas Mágicas, como para as de Defesa Contra as Artes das Trevas.
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sexta-feira, 22 de junho de 2012
Animais Fantásticos e Onde Habitam - Glossário dos Animais Mágicos
WINGED
HORSE (Cavalo Alado)
Classificação M.M.: XX e XXXX [1]
Os cavalos alados
existem no mundo inteiro. Há diferentes raças, entre elas a Abraxana (um
palomino enorme e forte), a Etoniana (castanha, popular na Grã-Bretanha e na
Irlanda), a Graniana (cinzenta e muito veloz), a Testrália (negra, dotada do
poder da invisibilidade e considerada portadora de azar por muitos bruxos). Tal
como no caso do hipogrifo, exige-se que o dono de um cavalo alado lance sobre
ele, periodicamente, um Feitiço Desilusório (Veja
Introdução).
domingo, 20 de maio de 2012
Animais Fantásticos e Onde Habitam - Glossário dos Animais Mágicos
LETHIFOLD
(Mortalha-Viva), também
conhecida como Living Shroud (Manto Letal).
Classificação
M.M.: XXXXX
A Mortalha-Viva é,
felizmente, uma criatura rara, encontrada somente em climas tropicais. Lembra
um manto negro de pouco mais de um centímetro de espessura (mais grosso quando
acabou de matar e digerir uma vítima) que rasteja pelo chão durante a noite. A
notícia mais antiga que se tem de uma mortalha-viva foi escrita pelo bruxo
Flávio Belby, que teve a sorte de sobreviver a um ataque desse animal em 1782
quando passava as férias em Papua, na Nova Guiné.
Por volta de uma hora da manhã, quando eu começava finalmente a me sentir
sonolento, ouvi um farfalhar muito próximo. Acreditando que eram apenas as
folhas da árvore lá fora, mudei de posição na cama, deixando as costas viradas
para a janela, e avistei o que me pareceu ser uma sombra disforme deslizando
pela porta do meu quarto. Fiquei parado, tentando sonolentamente adivinhar o
que produzia tal sombra em um quarto iluminado apenas pelo luar. Sem dúvida a
minha imobilidade levou a mortalha-viva a acreditar que sua vítima potencial estava
adormecida.
Para meu horror, a sombra começou a subir sorrateiramente em minha cama,
e senti o seu peso leve sobre mim. Parecia apenas um manto preto ondulante,
suas pontas farfalhava levemente enquanto ela avançava para mim. Paralisado de
medo, senti o seu toque úmido no meu queixo antes de me sentar com um movimento
brusco.
A coisa tentou me sufocar, subindo inexoravelmente pelo meu rosto,
tampando minha boca e as narinas, mas eu continuei a me debater, sentindo o
tempo todo a sua friagem envolvente sobre mim. Incapaz de pedir socorro, tateei
à procura da minha
varinha. Tonto porque a coisa se colava ao meu rosto, incapaz de inspirar
concentrei todas as minhas forças para lhe lançar um Feitiço Estuporante, e
então — como este não fosse suficiente para dominar a criatura, embora tivesse
aberto um buraco na porta do meu quarto — tentei uma Azaração de Impedimento,
que também de nada adiantou. Ainda me debatendo como um louco, me virei de lado
e caí pesadamente no chão, agora todo envolto pela mortalha.
Eu sabia que estava prestes a perder completamente a consciência,
sufocado. Desesperado, reuni minha última reserva de energia. Apontei a varinha
para longe de mim, para as dobras letais da criatura, procurando trazer à
lembrança o dia em que fui eleito presidente do Clube de Bexigas da minha
cidade, e executei um Feitiço do Patrono.
Quase na mesma hora senti o ar fresco no meu rosto. Ergui os olhos e vi a
sombra letal ser atirada no ar pelos chifres do meu Patrono. Ela voou pelo
quarto e deslizou depressa para longe da vista.
Conforme Belby revela
tão dramaticamente, o Patrono é o único feitiço conhecido para repelir uma
mortalha-viva. Mas, uma vez que ela sempre ataca pessoas adormecidas, suas
vítimas raramente têm chance de usar a magia para se defender.
Depois que a presa foi
sufocada, o animal a digere ali mesmo na cama. Sai, então, da casa ligeiramente
mais grossa e gorda do que entrou, sem deixar para trás o menor vestígio de si
ou de sua vítima[1].
[1] É quase impossível calcular o número de vítimas da Mortalha-Viva porque ela não deixa pistas de sua passagem. Mais fácil será calcular o número de bruxos que visando a objetivos inescrupulosos fingiram ter sido mortos por esses mantos letais. O exemplo mais recente dessa duplicidade ocorreu em 1973 quando o bruxo Jano Thickey desapareceu, deixando apenas um bilhete escrito, às pressas, na mesa-de-cabeceira: “Ah, não, uma mortalha-viva me pegou, estou sufocando”. Convencidos pela cama vazia e imaculada que aquele animal realmente tivesse matado Jano, sua mulher e seus filhos iniciaram um período de luto rigoroso que foi bruscamente interrompido quando descobriram que Jano estava vivendo a oitenta quilômetros de distância com a proprietária do Dragão Verde.
sábado, 19 de maio de 2012
Animais Fantásticos e Onde Habitam - Glossário dos Animais Mágicos
LEPRECHAUN (Duende Irlandês), por vezes também chamado Clauricorn (Clauricorne).
Classificação
M.M.: XXX
Mais inteligente do
que uma fada e menos malicioso do que o diabinho, o diabrete ou a fada
mordente, ainda assim o leprechaun, que é um duende irlandês, é travesso. Encontrável somente na
Irlanda, atinge até um metro e meio de altura e sua cor é verde. Sabe-se que é
capaz de criar roupas rústicas com folhas. É a única das “pequenas criaturas” dotada de fala, embora
nunca tenha solicitado sua reclassificação como “ser”. O leprechaun gera
seus filhotes e habita principalmente as matas e áreas silvestres. Ele gosta de
atrair a atenção dos trouxas e, em consequência, aparece com tanta frequência quanto
a fada na literatura infantil de língua inglesa. O duende irlandês produz uma
substância que parece ouro, mas desaparece após algumas horas para seu grande divertimento.
Alimenta-se de folhas e, apesar de ter a reputação de pregar peças, nunca se
soube que tivesse prejudicado um humano de modo permanente.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Animais Fantásticos e Onde Habitam - Glossário dos Animais Mágicos
KNEAZLE
(Amasso)
Classificação
M.M.: XXX
O Amasso foi
originalmente criado na Grã-Bretanha, embora seja atualmente exportado para
todo o mundo. Um pequeno felinóide (gato) com o pêlo pintado ou malhado,
grandes orelhas e o rabo igual ao do leão, o amasso é inteligente, independente
e, por vezes, agressivo, embora quando se afeiçoa a um bruxo ou bruxa ele se
torne um excelente bichinho de estimação. O amasso tem uma capacidade
excepcional de detectar pessoas suspeitas ou indesejáveis, e seu dono pode
confiar que o animal o levará a salvo até em casa se ele se perder. O amasso
tem até oito filhotes em uma ninhada e pode cruzar com gatos. É preciso tirar licença
para se ter um animal desses (como no caso dos fiuuns e dos crupes), porque
eles têm uma aparência diferente o bastante para atrair o interesse dos
trouxas.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Animais Fantásticos e Onde Habitam - Glossário dos Animais Mágicos
KNARL
(Ouriço)
Classificação
M.M.: XXX
O Ouriço, Europa
Setentrional e América do Norte, é em geral confundido pelos trouxas com o
porco-espinho. As duas espécies são de fato indistinguíveis, exceto por uma
diferença importante em seu comportamento: se deixarmos comida no jardim para
um porco-espinho, ele a aceitará e apreciará o presente. Por outro lado, se
oferecermos comida a um ouriço, ele irá supor que o dono da casa está tentando
atraí-lo para uma cilada, e destruirá as plantas e os ornamentos do jardim da
casa. Muitas crianças trouxas já foram acusadas de vandalismo quando o
verdadeiro culpado foi um ouriço.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Animais Fantásticos e Onde Habitam - Glossário dos Animais Mágicos
KELPIE
(Cavalo-do-Lago)
Classificação
MM.: XXXX
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Esse demônio aquático
da Grã-Bretanha e da Irlanda pode assumir várias formas, embora na maioria das
vezes apareça como um cavalo com crineira de folhas de tábua. Depois de atrair
os incautos para montá-lo, ele mergulha direto ao fundo do rio ou lago e devora
o cavaleiro deixando suas tripas boiando à superfície. A maneira correta de
dominar um cavalo-do-lago é passar as rédeas por cima de sua cabeça com um
Feitiço de Colocação que o torne obediente e manso.
O maior cavalo-do-lago
do mundo encontra-se no Lago Ness, Escócia. Assume, de preferência, a forma de
uma serpente marinha. Os observadores enviados pela Confederação Internacional
dos Bruxos perceberam que não estavam lidando com uma serpente verdadeira
quando a viram transformar-se em uma lontra à aproximação de uma equipe de
investigadores trouxas e, em seguida, voltar à forma anterior quando eles
partiram.
terça-feira, 15 de maio de 2012
Animais Fantásticos e Onde Habitam - Glossário dos Animais Mágicos
KAPPA
(Kappa)
Classificação
MM.: XXXX
O Kappa é um demônio
aquático do Japão que habita
lagos e rios rasos. Com fama de parecer um macaco com escamas de peixe em lugar
de pêlos, esse animal tem um oco no cocuruto da cabeça no qual ele carrega
água.
O kappa se alimenta de
sangue humano, mas é possível convencê-lo a não fazer mal a alguém,
atirando-lhe um pepino com o nome da pessoa gravado à faca. Ao enfrentar esse
animal, o bruxo deve enganá-lo obrigando-o a se curvar, porque se ele fizer
isso, a água guardada no oco de sua cabeça escorrerá, drenando-o de toda a sua
força.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Animais Fantásticos e Onde Habitam - Glossário dos Animais Mágicos
JOBBERKNOLL
(Dedo-Duro)
Classificação
M.M.: XX
O Dedo-Duro, encontrável
ao norte da Europa e nas Américas, é uma minúscula ave azul, toda sarapintada,
que se alimenta de pequenos insetos. Não produz som algum até a hora de morrer
quando deixa escapar um grito longo formado por todos os sons que ouviu durante
a vida, regurgitados de trás para a frente. As penas do dedo-duro são usadas em
Soros da Verdade e Poções da Memória.
domingo, 13 de maio de 2012
Animais Fantásticos e Onde Habitam - Glossário dos Animais Mágicos
JARVEY
(Furanzão)
Classificação
M.M.: XXX
O Furanzão é
encontrado na Grã-Bretanha, Irlanda e América do Norte. Assemelha-se a um furão
de grande porte na maioria das espécies, exceto pelo fato de que é capaz de
falar. Uma conversa propriamente dita, porém, ultrapassa a capacidade do
furanzão, que tende a se limitar a frases curtas (e, em geral, grosseiras)
ditas num fluxo quase contínuo. Ele vive principalmente sob a terra onde
persegue os gnomos, mas também se alimenta de toupeiras, ratos e outros
roedores.
sábado, 12 de maio de 2012
Animais Fantásticos e Onde Habitam - Glossário dos Animais Mágicos
IMP
(Diabinho)
Classificação
MM.: XX
O Diabinho só é
encontrado na Grã-Bretanha e na Irlanda. Por vezes é confundido com o diabrete.
Os dois têm a mesma altura (entre quinze e vinte centímetros), embora o
diabinho não seja capaz de voar como o diabrete e nem seja tão colorido (o diabinho normalmente varia de
marrom-escuro a preto). No entanto, ambos têm o mesmo senso de humor
grotesco. Seu terreno preferido é úmido e pantanoso, e com frequência é visto
próximo às margens de rios onde se diverte empurrando e fazendo tropeçar os
incautos. O diabinho se alimenta de pequenos insetos e tem hábitos de
acasalamento muito semelhantes aos das fadas, embora não teça casulos. Seus filhotes
nascem totalmente formados com cerca de dois centímetros e meio de altura.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Animais Fantásticos e Onde Habitam - Glossário dos Animais Mágicos
HORKLUMP
(Tolete)
Classificação
M.M.: X
O Tolete teve origem
na Escandinávia, mas hoje é encontrado em todo o norte europeu. Lembra um
cogumelo carnudo e rosado coberto de pêlos ralos, negros e duros. Procriador
prodigioso, ele cobre um jardim de tamanho médio em questão de dias. O tolete
lança tentáculos vigorosos na terra em lugar de raízes à procura do seu
alimento preferido, as minhocas. Por sua vez, ele é uma iguaria apreciada pelos
gnomos, mas não tem nenhum outro uso conhecido.
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