quarta-feira, 4 de abril de 2012

Preto básico que fez sucesso...



Toda mulher sabe, em caso de dúvida, escolha um básico. Daniel Radcliffe foi até criticado por escolher fazer o filme "A Mulher de Preto". De acordo com a crítica, Daniel tem direito de escolher papéis que diferem da imagem do bruxinho Harry Potter, mas alguns chegaram a dizer que a sua ideia de fazer um filme de terror era radical.

Daniel é um grande ator, e pode fazer qualquer coisa. Quem não se lembra da famosa peça de teatro americana em que Daniel é visto completamente nu ao lado de um cavalo?

Daniel Radcliffe já havia provado que era um grande ator, e com "A Mulher de Preto", ele demonstrou isso mais uma vez.

O filme que estreou em Fevereiro já provou que tem boa história, um suspense arrepiante, e atores excepcionais. Mesmo com o pouco tempo desde a publicação, o público já foi avisado: haverá sequência.


O filme foi líder de bilheteria na Grã-Bretanha este ano, terá uma sequência contando uma história passada 40 anos após os eventos do filme original. "A Mulher de Preto: Anjos da Morte" é baseado na história recentemente concluída pela autora Susan Hill e segue um casal que encontra uma casa mal-assombrada, cenário para a maior parte da ação no primeiro filme.

O filme original, que arrecadou incríveis 120 milhões de dólares nas bilheterias em todo mundo, foi adaptado de um romance de Hill com o mesmo nome. O longa tornou-se o filme de terror britânico de maior bilheteria nos últimos 20 anos.


Parabéns Daniel!



ALGUMAS FOTOS DO FILME:










Animais Fantásticos e Onde Habitam - Uma Breve História da Percepção que os Trouxas têm dos Animais Fantásticos que Vivem Ocultos







Por mais surpreendente que possa parecer a muitos bruxos, os trouxas nem sempre foram ignorantes a respeito das criaturas mágicas e monstruosas que nos esforçamos há tanto tempo para esconder. Um relance pela arte e a literatura trouxas da Idade Média revela que eles sabiam serem reais muitas das criaturas que hoje consideram imaginárias. O dragão, o grifo, o unicórnio, a fênix, o centauro — estes e muitos outros estão representados nas obras de arte daquele período, embora com uma inexatidão quase cômica.
Contudo, um exame mais atento dos bestiários trouxas daquele período comprova que a maioria dos animais mágicos ou passou inteiramente despercebida dos trouxas ou foi confundida com outra coisa qualquer. Examinem o fragmento do manuscrito, a seguir, de autoria de um tal Irmão Benedito, um monge franciscano de Worcestershire:

Hoje, quando andava pelo canteiro de ervas, afastei um pé de manjericão e descobri um furão de tamanho monstruoso. Ele não correu nem se escondeu como costumam fazer esses animais, mas saltou sobre mim, fazendo-me cair de costas no chão e gritando com uma fúria pouco natural: “Dá o fora, careca!”. Mordeu então o meu nariz com tanta força que fiquei sangrando por muitas horas. O frei não quis acreditar que eu encontrara um furão falante e até me perguntou se eu andara bebendo o vinho de nabos do Irmão Bonifácio. Como o meu nariz continuasse inchado e sangrando fui dispensado de assistir às vésperas.

Evidentemente, nosso amigo trouxa tinha descoberto não um furão, como ele supôs, mas um furanzão, muito provavelmente em perseguição à sua vítima preferida, os gnomos.
A compreensão insuficiente é muitas vezes mais perigosa do que a ignorância, e o temor que os trouxas têm da magia sem dúvida aumentou com o seu medo do que poderia estar escondido em seus canteiros de ervas.
A perseguição dos trouxas aos bruxos nessa época estava atingindo uma intensidade até então desconhecida, e a visão de animais como dragões e hipogrifos contribuía para a histeria dos trouxas.
Não é objetivo deste livro discutir o período de trevas que precedeu a retirada dos bruxos para a clandestinidade[1]. Estamos interessados apenas no destino dos animais fabulosos que, como nós próprios, tiveram de se ocultar para que os trouxas se convencessem de que magia não existia.

[1] Quem estiver interessado na história completa desse período particularmente sangrento da vida dos bruxos deve consultar “Uma História da Magia” de Bathilda Bagshot (Ed. Livrinhos Vermelhos, 1947).

A Confederação Internacional dos Bruxos discutiu a questão em sua famosa reunião de cúpula de 1692. Nada menos de sete semanas de discussões, por vezes azedas, entre bruxos de todas as nacionalidades, foram dedicadas ao espinhoso problema das criaturas mágicas. Quantas espécies poderíamos ocultar do olhar dos trouxas e quais deveriam ser? Onde e como iríamos escondê-las? O debate prosseguiu, acalorado, e embora houvesse criaturas inconscientes de que seu destino estava sendo decidido, outras contribuíram para o debate[2].

[2] Delegações de centauros, Sereianos e Duendes foram persuadidas a comparecer à reunião de cúpula.


Finalmente chegaram a um acordo[3].

[3] A exceção dos duendes.


Vinte e sete espécies, desde o tamanho de um dragão ao de um bandinho, deveriam ser escondidas dos trouxas, de modo a criar a ilusão de que jamais haviam existido, exceto na imaginação. Este número cresceu no século seguinte, à medida que os bruxos adquiriram maior confiança nos seus métodos de ocultamente. Em 1750 foi inserida no Estatuto Internacional de Sigilo em Magia a Cláusula 73, hoje respeitada pelos Ministérios da Magia do mundo inteiro:

Todo governo bruxo se responsabilizará pelo ocultamento, cuidado e controle de todos os animais, seres e espíritos mágicos que vivam dentro das fronteiras do seu território. Se tais criaturas causarem mal ou chamarem atenção da comunidade trouxa, o governo bruxo da nação afetada será disciplinado pela Confederação Internacional dos Bruxos.







Nickelodeon Kids' Choice Awards 2012



A noite do Kids' Choice Awards foi o máximo. Teve de tudo: de Primeira Dama dos Estados Unidos (isso mesmo, não leram errado, a esposa do Obama) entregando prêmios, até a banda brasileira Restart ganhando prêmio como a preferida das crianças americanas e brasileiras (pode um negócio desse?).

No que nos concerne, eis o resultado dos prêmios que o nosso Harry estava inscrito: apesar da festa ter sido ótima, nosso Harry não venceu em nenhuma categorias em que concorria.



LISTA DOS GANHADORES:

Programa de TV Favorito: Victorious (Brilhante Victória)

Reality Show Favorito: Wipeout

Ator de TV Favorito: Jake Short

Atriz de TV Favorita: Selena Gomez

Selena Gomez ganhou prêmio de
Atriz de TV Favorita
Coadjuvante Favorito de TV: Jennette McCurdy

Desenho Favorito: Bob Esponja, Calça Quadrada

Atleta Masculino Favorito: Tim Tebow

Atleta Feminina Favorita: Danica Patrick

Livro Favorito: Diário de Um Banana

Jogo Favorito: Just Dance 3

Filme Favorito: Alvin e os Esquilos 3

Ator de Cinema Favorito: Adam Sandler ("Cada Um Tem A Gêmea Que Merece")

Atriz de Cinema Favorita: Kristen Stewart ("Saga Crepúsculo: Amanhecer, Parte 1")

Filme animado Favorito: Gato de Botas

Dublagem Favorita: Katy Perry (‘Os Smurfs’)

Butt-Kicker Favorito: Taylor Lautner

Banda Favorita: Big Time Rush

Cantor Favorito: Justin Bieber

Justin Bieber ganhou prêmio de Cantor Favorito,
mas isso não evitou o seu banho de Slime (Uhuuu!)
Cantora Favorita: Selena Gomez

Música Favorita: Party Rock Anthem (LMFAO)

Artista Brasileiro Favorito: Restart

A banda Restart também levou banho de slime

E novamente Harry perde uma de suas últimas chances de ganhar prêmios pela sua Saga. A noite, quando assisti, fiquei bem animada, afinal, foi um ótimo programa, mas hoje cedo eu fiquei novamente triste, por que de novo, o nosso Harry não é mais homenageado.










terça-feira, 3 de abril de 2012

Animais Fantásticos e Onde Habitam - O que é um Animal?







Há séculos a definição de “animal” tem causado controvérsia. Embora isto surpreenda quem esteja estudando Magizoologia pela primeira vez, o problema talvez fique mais claro se pararmos um instante para considerar três tipos de criaturas mágicas.
Os Lobisomens passam a maior parte do tempo sob a forma humana (seja a de bruxo ou a de trouxa). Uma vez por mês, no entanto, eles se transformam em animais selvagens e quadrúpedes com intenções assassinas e sem consciência humana.
Os hábitos dos centauros não são humanos: eles habitam lugares isolados, recusam roupas e preferem viver longe de bruxos e trouxas, embora tenham inteligência igual a ambos.
Os trasgos revelam uma aparência humanóide, caminham eretos, podem aprender algumas palavras simples, mas são menos inteligentes do que o unicórnio mais obtuso e não possuem poderes mágicos propriamente ditos, exceto sua força prodigiosa e sobrenatural.
Perguntamos então: qual dessas criaturas é um “ser” — ou seja, uma criatura digna de direitos legais e voz no governo do mundo mágico — e qual é um “animal”? As primeiras tentativas para decidir que criaturas mágicas deviam ser designadas “animais” é extremamente primitiva. Burdock Muldoon, chefe do Conselho de Bruxos[1] no século XIV, decretou que todo membro da comunidade mágica que caminhasse sobre duas pernas dali em diante faria jus à condição de “ser”, e os demais permaneceriam “animais”. Imbuído de um espírito fraterno ele convidou todos os “seres” a se reunirem com os bruxos em um encontro de cúpula para discutir as novas leis da magia, e descobriu, para seu intenso desapontamento, que errara nos cálculos. O salão do encontro estava apinhado de duendes que haviam trazido em sua companhia o maior número de criaturas bípedes que encontraram.

[1] O Conselho de Bruxos precedeu o Ministério da Magia.


Conforme nos conta Batilda Bagshot em Uma história da magia:

Mal se conseguia ouvir com a gritaria dos oraqui-oralá, os lamentos dos agoureiros e o canto incessante e agudo dos fiuuns. Enquanto os bruxos e bruxas tentavam consultar os papéis que tinham diante deles, uma variedade de fadinhas e pequenos duendes circulava em volta de suas cabeças, dando risinhos abafados e dizendo coisas ininteligíveis. Uns doze trasgos começaram a quebrar o salão com suas maças, enquanto megeras deslizavam pelo lugar à procura de crianças para comer. O chefe do Conselho se levantou para abrir o encontro, escorregou em um monte de excremento de pocotó e saiu do salão correndo e xingando.

Vemos assim que o fato de possuir duas pernas não era garantia de que uma criatura mágica pudesse ou devesse ter interesse nos assuntos do governo bruxo. Amargurado, Burdock Muldoon renegou qualquer tentativa de integrar os membros não-bruxos da comunidade mágica no Conselho de Bruxos. A sucessora de Muldoon, Madame Elfrida Clagg, tentou redefinir os “seres” na esperança de criar laços mais fortes com outras criaturas mágicas. “Seres”, declarou ela, “Eram aqueles capazes de falar uma língua humana. Todos que conseguissem falar inteligivelmente aos membros do Conselho estavam, portanto, convidados a comparecer ao próximo encontro”.
Mais uma vez, porém, houve problemas. Os trasgos que tinham aprendido com os duendes algumas frases simples começaram a destruir o salão como antes. Os furanzões corriam em torno das pernas das cadeiras dos conselheiros, unhando os tornozelos ao seu alcance. Entrementes, uma grande delegação de fantasmas (que haviam sido barrados sob a liderança de Muldoon, mediante o argumento de que não andavam sobre duas pernas, mas deslizavam) compareceu, mas eles se retiraram desgostosos com o que denominaram mais tarde de “ênfase descarada do Conselho nas necessidades dos vivos em oposição aos desejos dos mortos”. Os centauros, que sob Muldoon haviam sido classificados como "animais" e, agora, sob Madame Clagg, definidos como “seres”, recusaram-se a comparecer ao Conselho em protesto pela exclusão dos Sereianos, que não eram capazes de conversar em outra língua exceto serêiaco quando subiam à superfície.
Somente em 1811 foram encontradas definições que a maior parte da comunidade mágica achou aceitáveis. Grogan Stump, o Ministro da Magia recém-nomeado, decretou que um “ser” era “qualquer criatura que possuísse inteligência suficiente para compreender as leis da comunidade mágica e para compartir a responsabilidade na preparação de tais leis[2]”.

[2] Abriu-se uma exceção para os fantasmas, que afirmavam ser insensível classificá-los como “seres” quando eram tão evidentemente “ex-seres”. Stump, portanto, criou as três divisões do Departamento para Regulamentação e Controle das Criaturas Mágicas que existem até hoje: a Divisão de Feras, a Divisão de Seres e a Divisão de Espíritos.


Na ausência dos duendes os trasgos foram interrogados e o Conselho concluiu que não entendiam nada do que lhes era dito, foram, portanto, classificados como “animais” apesar de andarem sobre duas pernas. Os Sereianos, pela primeira vez, foram convidados por meio de intérpretes a se tornarem “seres”. Fadinhas, elfos e gnomos, apesar de sua aparência humanóide, foram relegados com firmeza à categoria de “animais”.
Naturalmente, a questão não se encerrou aí.
Todos conhecemos os extremistas que fazem campanha pela classificação dos trouxas como “animais”, todos sabemos que os centauros recusaram a condição de “seres” e solicitaram permanecer como “animais[3]”, entrementes, os lobisomens foram transferidos da Divisão de Animais para a de Seres há muitos anos, no momento em que escrevo há um Serviço de Apoio aos Lobisomens na Divisão de Seres, enquanto o Registro de Lobisomens e a Unidade de Captura de Lobisomens permanecem subordinados à Divisão de Animais. Várias criaturas extremamente inteligentes são classificadas como “animais” porque não conseguem superar suas naturezas brutas. As acromântulas e as mantícoras são dotadas de linguagem, mas tentarão devorar qualquer humano que se aproxime delas. A esfinge fala somente em charadas e enigmas e se torna violenta quando recebe uma resposta errada.

[3] Os centauros fizeram objeções a algumas das criaturas com quem deveriam compartir a condição de “ser”, tais como as megeras e os vampiros, e declararam que eles administrariam seus negócios independentemente dos bruxos. Um ano depois os Sereianos fizeram o mesmo pedido. O Ministério da Magia aceitou essa exigência com relutância. Embora exista uma Seção de Ligação com os Centauros na Divisão de Feras do Departamento para Regulamentação e Controle das Criaturas Mágicas, nenhum centauro jamais a usou. De fato, “ser designado para a Seção dos Centauros” tomou-se uma piada no Departamento e significa que a pessoa em questão será em breve demitida.

Sempre que nas páginas seguintes a classificação de um animal continuar incerta, o fato será registrado em seu verbete.
Abordemos agora a pergunta que bruxas e bruxos mais fazem quando a conversa se volta para a Magizoologia: Por que os trouxas não vêem essas criaturas?







Animais Fantásticos e Onde Habitam - Introdução




— INTRODUÇÃO —
SOBRE ESTE LIVRO



Animais fantásticos & onde habitam é fruto de muitos anos de viagens e pesquisas. Lanço um olhar ao meu passado e vejo um bruxinho de sete anos de idade que passava horas no quarto, desmembrando toletes, e sinto inveja das viagens que ele faria: da selva mais escura ao deserto mais ensolarado, do pico de montanhas a alagados, aquele garoto sujo de sangue de tolete iria procurar, quando crescesse, os animais descritos nas páginas seguintes. Visitei grutas, tocas e ninhos em cinco continentes, observei os hábitos curiosos dos animais mágicos em centenas de países, testemunhei seus poderes, ganhei sua confiança e, em certa ocasião, espantei-os com minha chaleira de viagem.

A primeira edição de Animais fantásticos foi encomendada em 1918 pelo Sr. Augusto Worme da editora Obscurus Books, que teve a gentileza de me perguntar se eu consideraria a possibilidade de escrever para a sua casa editora um compêndio bem fundamentado sobre as criaturas mágicas. A época, eu era um simples funcionário subalterno do Ministério da Magia e aceitei imediatamente a oportunidade, visando, ao mesmo tempo, a aumentar o meu miserável salário de dois sicles por semana e a passar as minhas férias viajando pelo planeta em busca de novas espécies mágicas. O resto o mundo editorial já conhece: Animais fantásticos já está em sua quinquagésima segunda edição.

A presente introdução pretende responder a algumas das perguntas que me chegam com maior freqüência pelo correio semanal desde que este livro foi lançado em 1927. A primeira é a que considero mais fundamental – o que é um “animal”?








Animais Fantásticos e Onde Habitam - Prefácio




— PREFÁCIO —



SENTI-ME PROFUNDAMENTE honrado quando Newt Scamander me pediu para escrever o prefácio da sua edição muito especial de Animais fantásticos & onde habitam. Esta obra-prima de Newt foi escolhida como livro-texto para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts desde a sua publicação, e é grandemente responsável pelos resultados sempre bons dos nossos alunos nos exames de Trato das Criaturas Mágicas — contudo não é um livro que deva ser lido apenas na escola. Nenhuma casa bruxa está completa se não possuir um exemplar de Animais fantásticos, muito manuseados por gerações que folhearam suas páginas à procura da melhor maneira de livrar os gramados dos horklumps (toletes), de interpretar os gritos aflitivos do augurey (agoureiro), de curar o mau hábito do seu puffskein (pufoso) de estimação de beber água no vaso sanitário.

Esta edição, porém, tem um objetivo mais elevado do que a instrução da comunidade bruxa. Pela primeira vez na história da nobre casa editora Obscurus, um dos seus títulos será oferecido à venda para trouxas.

O trabalho do Comic Relief para combater uma das piores formas de sofrimento humano é bem conhecido no mundo trouxa, por isso é aos meus irmãos bruxos que eu agora me dirijo. Saibam, então, que não somos os únicos a reconhecer o poder de cura do riso, os trouxas também estão familiarizados com ele e aproveitaram essa dádiva de forma muito imaginativa, usando-a para angariar fundos com o objetivo de ajudar a salvar e a melhorar vidas - um tipo de mágica a que todos aspiramos. O Comic Relief já levantou 174 milhões de libras esterlinas (trinta e quatro milhões, oitocentos e setenta e dois galeões, catorze sicles e sete nuques) desde 1985.

Agora, o mundo dos bruxos tem o privilégio de ajudar o Comic Relief em sua obra. Você tem em suas mãos uma duplicata do Animais fantásticos que pertence a Harry Potter, completa com as notas informativas que ele e seus amigos fizeram à margem das páginas. Embora Harry Potter parecesse um tanto relutante em permitir que seu livro fosse reeditado na presente forma, nossos amigos do Comic Relief acharam que esses pequenos acréscimos contribuiriam para o tom divertido do livro. O Sr. Newt Scamander, há muito tempo resignado com a pichação de sua obra-prima, concordou.

Esta edição de Animais fantásticos & onde habitam será vendida na Floreio e Borrões, bem como nas livrarias trouxas. Todos os envolvidos em trazer este livro até você, desde o autor até a editora; fornecedores de papel, gráficas, encadernadores e livreiros, contribuíram com seu tempo, energia e material gratuito ou a preços reduzidos, fazendo com que os lucros obtidos com sua venda fossem destinados a um fundo aberto em nome de Harry Potter pela Comic Relief U.K. e por J.K. Rowling. Este fundo foi criado especificamente para ajudar crianças necessitadas ao redor do mundo. Os bruxos que quiserem fazer doações suplementares devem enviá-las através do Banco Gringotes (aos cuidados do duende Gancho).

Só me resta, então, prevenir a quem leu este livro até aqui, sem comprá-lo, que ele carrega um Feitiço contra Ladrão. Gostaria, ainda, de aproveitar a oportunidade para tranqüilizar os leitores trouxas que as criaturas engraçadas aqui descritas são fictícias e não podem lhes fazer mal. Aos bruxos, eu digo simplesmente: Draco dormiens nunquam titillandus.













segunda-feira, 2 de abril de 2012

Newton Scamander [autor de "Animais Fantásticos e Onde Habitam"]







— SOBRE O AUTOR —


Ao se diplomar na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, o Sr. Scamander ingressou no Departamento para Regulamentação e Controle das Criaturas Mágicas do Ministério da Magia. Depois de trabalhar dois anos na Seção de Recolocação de Elfos Domésticos, anos que ele descreve como “extremamente tediosos”, foi transferido para a Divisão de Animais, onde o seu prodigioso conhecimento de animais mágicos bizarros garantiu a sua rápida promoção.

O trabalho do Sr. Scamander no Departamento de Pesquisa e Limitação de Dragões levou-o várias vezes ao exterior em viagens de pesquisa, durante as quais ele recolheu informações para o seu best-seller mundial, Animais fantásticos & onde habitam, agora na quinquagésima segunda edição.

Newt Scamander recebeu a Ordem de Merlim, Segunda Classe, em 1979, um reconhecimento dos serviços que prestou ao estudo dos animais mágicos, Magizoologia. Agora aposentado, ele vive em Dorset com a mulher Porpentina e seus amassos: Hoppy, Milly e Mauler.








Animais Fantásticos e Onde Habitam - Sumário







— SINOPSE —


Existe um exemplar de Animais Fantásticos e Onde Habitam praticamente em todas as casas bruxas no país. Agora, apenas por um período limitado, os trouxas também terão a chance de descobrir onde um quintaped (quintípede) habita, o que o puffskein (pufoso) come e por que é melhor não deixar uma vasilha de leite à porta da casa para um knarl (ouriço). A renda apurada com a venda deste livro reverterá para o Comic Relief, o que significa que os reais e galeões que você paga por ele realizarão mágicas que ultrapassam os poderes de qualquer bruxo. Se você achar que essa razão não é suficiente para separar-se do seu dinheiro, só me resta desejar que se um dia uma manticora atacá-lo, os bruxos que passarem e virem sejam mais caridosos e queiram ajudá-lo.




— SUMÁRIO —

§     Sobre o Autor
§     O que é um Animal?
Um Glossário dos Animais Fantásticos

§     Acromântula
§     Cinzal
§     Agoureiro
§     Basilisco
§     Gira-Gira
§     Tronquilho
§     Bandinho
§     Centauro
§     Quimera
§     Chizácaro
§     Claberto
§     Crupe
§     Seminviso
§     Oraqui-Oralá
§     Fada Mordente
§     Dragão
§     Cava-Charco
§     Elfo-da-Bavária
§     Erumpente
§     Fada
§     Caranguejo-de-Fogo
§     Verme-Cego
§     Fiuum
§     Vampiro
§     Gnomo
§     Arpéu
§     Grifo
§     Grindylow
§     Hipocampo
§     Hipogrifo
§     Tolete
§     Diabinho
§     Furanzão
§     Dedo-Duro
§     Kappa
§     Cavalo-do-Lago
§     Ouriço
§     Amasso
§     Duende Irlandês
§     Mortalha-Viva
§     Seringa
§     Malagarra
§     Mantícora
§     Sereianos
§     Briba
§     Bezerro Apaixonado
§     Murtisco
§     Pelúcio
§     Rabicurto
§     Nundu
§     Occami
§     Fênix
§     Diabrete
§     Dilátex
§     Pogrebin
§     Pocotó
§     Pufoso
§     Quintípede
§     Ramora
§     Barrete Vermelho
§     Rês-ma
§     Farosutil
§     Salamandra
§     Serpente Marinha
§     Reque
§     Pomorim
§     Esfinge
§     Lesmalenta
§     Tebo
§     Trasgo
§     Unicórnio
§     Lobisomem
§     Cavalo Alado