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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Resumo de Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2


E finalizando as postagens dos resumos dos Sete Livros sobre a vida de Harry Potter, já denominada os Anos da Segunda Guerra Bruxa, nós iremos falar dos capítulos retratados no último filme.









*   *   *

RESUMO DE
HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE
SEGUNDA PARTE


Mesmo entre os ávidos leitores potterianos há uma divisão no sétimo livro, e precisamente no mesmo ponto. O capítulo em que a Parte 1 terminou é quando ocorre essa divisão: Harry passa a ter o pensamento mais focado, ele está mais certo de si e do que tem que fazer. E é esse Harry determinado que difere da Parte 1, que é ainda um Harry confuso, indeciso, até meio depressivo, e muito, muito pensativo. Mas não estamos aqui para tratar da Parte 1, e sim do final do livro, a Parte 2. E diferente dos outros, que podiamos cortar caminho e de fato resumir, aqui teremos que falar de cada capítulo em particular.


Capítulo 24 – O Fabricante de Varinhas
Harry, cheio de pesar e tristeza pela recente morte de Dobby, enterra o elfo doméstico, e isso impressiona o duende Grampo, que o observa curioso. Mais tarde, Harry pede para falar com duas pessoas: e o tempo todo tinha visões de Voldemort próximo a um cenário conhecido. Mas contrariando seus próprios instintos, Harry decidi falar com o duende primeiro. Com Grampo, Harry pede ajuda para roubar o Banco Gringotes, roubar o cofre de Belatriz Lestrange (Rony e Hermione ficam atônitos ao ouvir isso). Depois ele explica que a insistência de Belatriz em torturar Hermione e perguntar o que mais tinha roubado de seu cofre além da espada, fez Harry pensar que talvez Voldemort tivesse entregue uma horcrux para Belatriz guardar no Gringotes: Belatriz sempre lhe fora fiel e talvez fosse melhor que Lúcio Malfoy.

Depois disso, Harry, Rony e Hermione conversam com o Sr. Olivaras sobre várias coisas referentes a varinhas. Uma delas é sobre uma das varinhas que trouxeram da Mansão Malfoy, que "era" de Draco Malfoy. O fabricante de varinhas diz que se Harry tomou a varinha de Draco, então talvez a lealdade da varinha tenha mudado.
   — Então, não é necessário matar o dono anterior para se apossar realmente de uma varinha? — perguntou Harry. 
      Olivaras engoliu em seco. 
      — Necessário? Não, eu não diria que seja necessário matar.
Ele também pergunta sobre a Varinha das Varinhas, conhecida também como Varinha do Destino, Varinha da Morte, uma varinha de sabugueiro. Olivaras confessa que contou sobre ela ao Lorde das Trevas e que este ficou muito interessado nela. Mas também disse que não sabia onde estava a Varinha das Varinhas. Saindo do quarto, Rony e Hermione ficam chocados ao descobrir que as Relíquias da Morte são de fato reais, e Rony ainda mais chocado por Harry saber disso e não ter tentado impedir Voldemort de consegui-la.

Na visão de Harry ao final deste capítulo, ele vê Voldemort quebrando o túmulo branco de Dumbledore e pegando a Varinha das Varinhas.


Capítulo 25 – O Chalé das Conchas
Nos dias seguintes, Harry fica mais a par do mundo bruxo: Ninfadora Tonks, que estava grávida, dera a luz a seu filho, um menino. Remo Lupin aparece para avisar e comemorar com Gui, Fleur e os outros que estão no Chalé. Grampo aceita ajudar o Trio a entrar no cofre de Belatriz, mas pede algo em troca: a Espada de Gryffindor. O Trio fica relutante em aceitar, pois precisa da espada para destruir as horcrux restantes. Mas no final, acabam aceitando e fazendo seus planos.


Capítulo 26 – Gringotes 
O Trio e o Grampo consegue entrar no cofre de Belatriz usando de vários feitiços, uma poção e a novidade: o uso da maldição imperdoável Imperius, por Harry. Dentro do cofre, eles descobrem que a horcrux lá guardada é a Taça de Hufflepuff, que eles conseguem pegar. Mas no meio da confusão, Grampo foge com a Espada de Gryffindor. E se isso não fosse pouco, um monte de duendes armados de adagas estão esperando os três do lado de fora.

Então eles cometem a maior loucura que se possa imaginar: montam o dragão meio-cego que protegia a entrada do cofre, e nesse monstruosa montaria, eles acabam escapando, pois o dragão sai arrebentando tudo pela frente, rocha, paredes, inclusive parte do salão de mármore da entrada do banco.


Capítulo 27 – O Esconderijo Definitivo
Um capítulo curto e rápido, que narra como o dragão voara para longe de Londres e como o Trio pôde fugir do animal pulando de suas costas para dentro de um lago. Então Harry tem a terrível visão de ódio e assassinato quando Voldemort descobre sobre o roubo da Taça, e sua fúria para com aqueles que trouxeram essa má notícia. Harry então descobre que Voldemort irá visitar as suas horcruxes, e que logo estará em Hogwarts, onde está a última delas. O Trio decide ir a Hogwarts, mesmo sem nenhum plano de ação sobre onde está ou como entrar no castelo.


Capítulo 28 – O Espelho Desaparecido
Mas assim que aparecem em Hogsmeade, um feitiço-alarme delata a presença deles, e quase são pegos, salvos por Aberforth, irmão de Alvo Dumbledore, e dono do bar Cabeça de Javali. Após uma discussão sobre Dumbledore e seus segredos (o PotterExpress tratará com mais detalhes dos segredos e mentiras de Alvo Dumbledore em outra ocasião), Aberforth concorda em ajudá-los a entrar no castelo: através de uma passagem atrás de um quadro, que leva diretamente até a Sala Precisa, onde estão barricados os alunos rebeldes de Hogwarts.

Capítulo 29 – O Diadema Perdido
Após a animosidade inicial da chegada do Trio, Harry pede ajuda para entrar algo que fora de Ravenclaw, fundadora da Corvinal (ele não conta que é uma horcrux). Luna Lovegood fala do Diadema Perdido de Rowena Ravenclaw. Para saber como ele é, Luna leva Harry a Sala Comunal da Corvinal. Mas quando chegam lá, eles se deparam com um Comensal da Morte montando guarda, que avisa a Voldemort onde o garoto está.


Capítulo 30 – A Demissão de Severo Snape
Harry e Luna, com a ajuda da Profa. McGonagall, conseguem anular os dois Comensais da Morte responsáveis por toda disciplina e caos da escola, os irmãos Carrow. Depois disso, McGonagall e Flitwick, demonstrando os grandes bruxos que são, erguem as defesas do castelo, mas apenas depois de duelar com Snape, e fazê-lo fugir do castelo, voando, como o seu mestre. Enquanto a Armada de Dumbledore e a Ordem da Fênix são convocados e surgem para ajudar, o capítulo termina com a terrível aparição de Lord Voldemort nos portões da escola.


Capítulo 31 – A Batalha de Hogwarts
Então começa o capítulo mais longo e mais emocionante de toda a Saga.

A luta começa com a invasão dos Comensais da Morte no Castelo de Hogwarts, e os membros da Armada, da Ordem, Professores e Alunos, lutam para manter Voldemort afastado, enquanto Harry corre para procurar a horcrux. Harry luta parte da batalha, enquanto corre de um lado a outro procurando saber onde pode estar a horcrux. Então Rony e Hermione desaparecem, e Harry sozinho acaba descobrindo está a horcrux, quando isso acontece, Rony e Hermione aparecem: eles tinham ido até a Câmara Secreta buscar presas de basilisco, para assim poderem destruir as horcrux que faltam: a Taça, o Diadema e a Cobra. Hermione destrói a Taça.

Harry, Rony e Hermione entram na Sala Precisa, onde todos escondem coisas, e onde Voldemort escondera a horcrux. Infelizmente eles são seguidos por Draco, Crabbe e Goyle, que exigem saber o que os três buscam. E num momento de loucura, Crabbe invoca o Fogomaldito, um fogo com desejo assassino que toma a forma de feras. Esse fogo queima e destrói a horcrux, e também mata o seu criador, Crabbe. O nosso Trio consegue escapar em vassouras velhas que estavam na sala, e ainda salvam Goyle e Draco da morte. A Sala Precisa é destruída pelo Fogomaldito, e sua mágica termina.

Mas mais terrível do que essa aventura de quase morte dentro da Sala Precisa e da Batalha que ainda acontece, é uma parede que desaba sobre Fred Weasley.


Capítulo 32 – A Varinha das Varinhas
Tontos por causa da morte de Fred, o Trio quase perde seu objetivo maior. Mas então a razão lhes retorna, e eles seguem para a Casa dos Gritos, perto de Hogsmeade, onde Harry vê Voldemort em mais uma visão. Lá, eles ouvem uma conversa entre Voldemort e Snape, onde o Lorde das Trevas se mostra decepcionado com a Varinha das Varinhas. Ele acaba por concluir que ela não agiu de forma extraordinária como desejou, pois não era sua de verdade. Não fora ele que matara o seu último dono, Dumbledore, e portanto, precisava resolver isso, matando Severo Snape. A uma ordem sua, Nagini, estranhamente protegida numa redoma mágica, ataca e morde Snape. O Lorde das Trevas, julgando-se o novo dono da Varinha das Varinhas, sai da Casa dos Gritos. Harry se aproxima de Snape, que está a morte, e que ainda antes de morrer libera várias memórias que lhe saem pelos olhos e pela boca. E então Severo Snape morre.


Capítulo 33 – A História do Príncipe
Voldemort dá uma hora de trégua para que todos possam cuidar dos seus mortos, e nesse ínterim, desafia Harry Potter a se entregar, ou então ele próprio, o Lorde, entraria na Batalha e mataria todos que ficassem em seu caminho. O Trio volta ao castelo e Harry usa a Penseira para saber o que Snape lhe deixara.

Surpresa, surpresa e mais surpresa! Este capítulo assustou muitos fãs com as suas grandes revelações.

Severo Snape conhecia e amava Lilian Evans (futuramente Lilian Potter), desde que eram crianças. Os dois foram amigos durante muitos anos, mas a própria educação recebida fez Snape ser preconceituoso na infância, e isso acabou os afastando. Quando atingiu a idade adulta, Snape se tornou um Comensal da Morte, mas permanecia fiel em seus sentimentos por Lilian. Um dia Snape ouviu parte de uma Profecia, e sem desconfiar das consequências, contou o que ouviu a seu Mestre, que escolheu Harry Potter como inimigo. Escolher Harry seria o mesmo que decretar a morte dos seus pais, ou seja, o amor de infância de Snape, Lilian. Snape traiu então o Lorde das Trevas e revelou esses planos para Dumbledore, que pode então resguardar o casal Potter. Mas os Potter também foram traídos, um de seus amigos revelara o esconderijo deles. Snape pediu ao Lorde pela vida da amada, mas no momento crucial, o Lorde matou-a e atacou o bebê, para então ter que fugir quando o feitiço recocheteou e seu corpo foi destruído. Dumbledore tinha certeza do retorno de Lord Voldemort, e pediu que Snape protegesse o filho de Lilian.

E assim fez desde então, Snape protegeu sempre o garoto, apesar de detestá-lo porque se parecia com o pai, a quem odiou na infância. Antes do início do sexto volume "Harry Potter e o Enigma do Príncipe", Dumbledore pôs um anel amaldiçoado no dedo, era uma horcrux, o Anel de Servolo. Dumbledore usa a Espada de Gryffindor para destruir a horcrux, mas foi Snape com suas habilidades e conhecimentos das Artes das Trevas, que o salvou. Snape prendeu a maldição numa das mãos do Diretor, mas avisou-o: a maldição era forte demais, e ela se fortaleceria com o tempo, e após, mais ou menos um ano, a maldição o mataria. Alvo Dumbledore estava com os dias contados para morrer, e sabendo disso, se organizou para que ocorresse da melhor forma possível. Dumbledore exigiu uma promessa de Severo Snape, para salvar a alma de Draco e impedi-lo de matar alguém, e portanto, o próprio Snape deveria matar Dumbledore se Draco chegasse próximo a fazê-lo.

Snape assim fez, matou Dumbledore, e mesmo sendo odiado por todos, continuou a agir sob as ordens de Dumbledore, como ao dar a ideia de criar Sete Harry para ludibriar Voldemort na saída da casa na Rua dos Alfeneiros. Sim, a ideia foi dele. Ele encontrou e confundiu Mundungo Fletcher para dar esta ideia a Ordem da Fênix. O que dizer do providencial aparecimento da Espada de Gryffindor naquele poço congelado de um longínqua floresta? Obra de Snape, que avisado por Dumbledore da necessidade de Harry possuir a espada, criou uma falsa para enviar ao Gringotes, e deu a verdadeira ao garoto. Como atrai-lo? Usando o próprio Patrono, que era desconhecido de todos: uma corsa prateada.

E como pensou Harry: "Enfim a verdade", exemplifica o nosso próprio sentimento ao ouvir o último segredo guardado por Snape em suas memórias: Dumbledore lhe contara, meses antes, que na noite em que Voldemort atacara Harry, 16 anos atrás, o Voldemort que fugiu do quarto era menos do que aquele que entrara. Sem que jamais se desse conta disso, um pedaço da alma dele se desprendeu do corpo que era destruído e entrou no único ser vivo naquela cena de destruição: Harry Potter. É esse pedaço da alma de Voldemort, a horcrux que nunca quis criar, que dava a Harry a incapacidade incomum de falar com as cobras e a ligação mental com o Lorde das Trevas. Esse pedaço também deveria ser destruído, ou seja, Harry teria que morrer e pelas mãos do próprio Voldemort.


Capítulo 34 – De Volta à Floresta
Corajosamente, mesmo ainda faltando Nagini para matar, Harry se põe a caminho da Floresta Proibida para se entregar a Voldemort. No caminho, diz a Neville que ele deveria matar a Cobra se tivesse a chance, e segue floresta a dentro, sem contar a ninguém os seus planos.

Harry enfim descobre como abrir o Pomo de Ouro, que Dumbledore lhe deixara no testamento, e dentro estava o Anel de Servolo, com a Pedra da Ressurreição engastada nele. Ele gira três vezes na mão, e surgem Lilian, Tiago, Remo e Sirius, que o acompanham em jornada, para dentro da Floresta e para mais perto de seu fim. Ao entrar na depressão que um dia fora o lar de Aragogue, onde os Comensais esperavam depois expulsar as Aranhas dali, Harry vê Voldemort silencioso e pensativo. Sem perder tempo, assim que vê o Harry entrando na clareira, Voldemort aponta a varinha e após um momento de glória ao se sentir enfim vitorioso, diz o feitiço: Avada Kedavra! O feitiço atinge o garoto em cheio no peito, a vista escurece e ele cai.


Capítulo 35 – King’s Cross
Harry Potter acorda num local estranho, cheio de luz branca. E ao olhar com detalhes, percebe que era a estação de trens de Kings Cross, muito limpa e sem trens. Tudo era obra de sua própria mente. Dumbledore surge e os dois tem uma longa conversa. Mas para alívio nosso:
    — Então... eu estou morto também? 
    — Ah — disse o diretor com um sorriso ainda maior — Essa é a dúvida, não é? De modo geral, meu caro rapaz, acho que não. 
    Eles se encararam, o velho ainda sorrindo. 
    — Não? — repetiu Harry. 
    —Não. 
    — Mas... — Harry levou instintivamente a mão à cicatriz em forma de raio. Aparentemente sumira — Mas eu deveria ter morrido... não me defendi! Deliberadamente deixei que me matasse! 
    — E isso, acho eu, terá feito toda a diferença.
Aparentemente, profundos enigmas e poderes mágicos estavam em ação, e apesar do feitiço, Harry continuava vivo. Ao usar o "Avada Kedavra", Voldemort não matara Harry Potter mas o porção da alma que estava dentro dele. Três anos antes, para construir o seu atual corpo, Voldemort usara o sangue de Harry, fazendo com que a Proteção de Lilian também corresse em suas veias: mas isso teve um contratempo inesperado: ao tentar matar Harry, a vida do garoto estava ligada a do Lorde das Trevas, então o nosso amado Harry não pode morrer, e o que morreu foi a parte de Vodemort que habitava o corpo do garoto. Parece complicado, mas é simples na verdade. Segredos profundos de magia que Voldemort nunca estudara e não importara, por que todas foram motivadas pelo Amor, coisa que ele nunca entendeu e não quis entender.

Harry então decidi voltar em vez de "seguir", e terminar de uma vez aquela guerra.


Capítulo 36 – A Falha no Plano
Harry acorda no chão da Floresta, e Voldemort também. Aparentemente ele também caíra e agora se levantava. Mais uma vez o Lorde das Trevas é traído por causa desse sentimento estranho chamado Amor: Narcisa Malfoy se aproxima para verificar se Harry estava mesmo morto, mas quando percebeu que estava vivo, ela perguntou, num sussurro muitíssimo baixo, se Draco ainda estava vivo e no castelo. Harry responde que sim, e ela querendo juntar-se ao filho, sem se importar mais com quem venceria a guerra, grita para todos: ELE ESTÁ MORTO!

Carregado de volta ao castelo, Harry assiste Voldemort se mostrar vitorioso. Ele se vangloria perante a escola, mentindo sobre Harry ter tentado fugir. Então alguém se adianta, mas ele imobiliza: é Neville Longbotton. Querendo demonstrar o que aconteceria a quem o desafiasse, Voldemort faz vir voando o Chapéu Seletor, e pondo da cabeça do garoto, o incendeia. Muitos gritam, mas então surge Grope gritando querendo Hagrid, e na distração, Neville tira o Chapéu, e dentro dele tira uma espada, a Espada de Gryffindor, que a usa para com um só golpe, cortar a cabeça de Nagini. Lembre-se de que a Espada de Gryffindor viria para qualquer grifinório que se mostrasse merecedor, ou seja, aquele que demonstrasse o destemor e coragem dessa casa vermelha e dourada. Neville, apesar do que todos poderiam dizer dele nos últimos sete anos, incluindo a sua própria família, mostrou que era verdadeiramente pertencente a Grifinória.

E então a batalha recomeça, e na confusão todos vão sendo empurrados para dentro do castelo. Harry aproveita a distração para se cobrir com a Capa da Invisibilidade, e invisível, lança feitiços escudos para todos os lados, para proteger as pessoas. Pelas portas do salão entraram uma enxurrada de elfos domésticos das Cozinhas, atacando os Comensais com facas e cutelos. No fim só restaram duas lutas no Salão Principal: Voldemort duelava ao mesmo tempo com McGonagall, Slughorn e Kingsley; e Belatriz que duelava também contra três: Hermione, Gina e Luna.

Uma das maiores emoções do mundo foi ver a Sra. Weasley, a nossa boa cozinheira, derrotar Belatriz atingindo-a com um feitiço direto no coração. Tão emocionante quanto ver Harry despir a Capa da Invisibilidade, ou vê-lo rodear o salão com Voldemort, são os segredos revelados por Harry, e a multidão assombrada os ouve, vendo o que sempre quis ver: Harry se tornar o seu herói.

Ao final, Harry vence por causa da lealdade da Varinha das Varinhas, que não pertencia a Voldemort, porque nunca pertencera a Snape. Severo Snape nunca derrotou Dumbledore, apesar de tê-lo matado: os dois haviam combinado a morte do Diretor. Mas uma pessoa derrotara Dumbledore, ou ao menos conseguira desarmá-lo: Draco Malfoy o desarma no alto da Torre de Astronomia. A lealdade da Varinha das Varinhas era, desde então, daquele garoto de cabelos louros. Mas semanas atrás, na "visita" a Mansão Malfoy, Harry arrebatara várias varinhas de suas mãos, e assim, de certa forma, derrotara Draco. Então, naquele 02 de Maio de 1998, enquanto se rodeavam, era Harry o atual legítimo dono da Varinha das Varinhas. Quando Lord Voldemort cansou-se da rodada de segredos, ele usou a Avada Kedavra, e Harry usou o Expelliarmus. O feitiço do Lorde das Trevas recocheteou e ele acabou sendo morto pela própria maldição. A Varinha das Varinhas se recusara a matar o seu legítimo dono: Harry Potter.

Sem querer ficar com a varinha, e a confusão que causava, uma vez que já tivera problemas por uma vida inteira: Harry decide devolver a Varinha das Varinhas ao túmulo de Dumbledore.


Epílogo - Dezenove Anos Depois
Uma família entra na estação de Kings Cross: pai, mãe, dois meninos com carrinhos de bagagem e uma menininha sorridente. Eles pareceriam normais se não fossem pelas corujas em gaiolas, ou por terem desaparecido dentro de uma coluna de rocha sólida.

Na Plataforma Nove e Meia, a família de bruxos se vê diante da locomotiva do Expresso de Hogwarts. Eles são os Potter. Eles se encontram com os amigos, os Weasley, o casal Rony e Hermione e os filhos. Temos até uma visão rápida de Draco Malfoy e seu filho Scorpio. Os Potter são: o casal Harry e Gina, e os filhos Tiago, Alvo Severo e Lilian.

Tiago é muito ativo, como seu avô. Lilian é tão curiosa quanto a mãe. Enquanto que o filho do meio, Alvo Severo, é uma cópia de seu pai, e têm a mesma insegurança que ele em sua idade. Mas Harry diz ao filho que ele não precisa se preocupar, nem mesmo em ser selecionado para a Sonserina, pois o seu nome foi de dois diretores de Hogwarts, e um deles era o homem mais corajoso que conhecera. Como Alvo Severo continuava preocupado, o pai afirma que se ele não quiser ir para a Sonserina, bastaria pedir, pois o Chapéu Seletor leva em consideração a opinião do aluno. Ele próprio pedira isso.

O livro termina com Harry olhando para o Expresso de Hogwarts partindo da estação e ele tocando a cicatriz:
A cicatriz não incomodara Harry nos últimos dezenove anos. 
Tudo estava bem.

*   *   *


Alguns dos detalhes deixados de fora nos resumos, serão discutidos em novas postagens.



quinta-feira, 14 de julho de 2011

PROJETO PRÉ-15 DE JULHO IX [Resumo de Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 1]


Continuamos hoje com a série de postagens em preparação a 15 de Julho. Hoje falaremos da primeira parte do sétimo volume da série:










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RESUMO DE
HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE
PRIMEIRA PARTE


1. O último volume da Série Harry Potter é o preferido da maioria dos fãs por diversos motivos. Entre eles está a quantidade de cenas de ação, e claro, outros motivos são as pontas sendo amarradas, onde cada pergunta que o leitor nunca reparara, ou uma pergunta que julgava sem resposta, ou pior, perguntas que julgava respondidas e que a realidade despenca como uma avalanche. Rowling conseguiu prender a nossa atenção, e jamais conseguimos desconfiar do final, completamente imprevisível em sua previsibilidade. Entre muitos outros motivos, também para esta Equipe, Harry Potter e as Relíquias da Morte é o melhor livro dos sete da Série, e um dos melhores dos 12 livros da Saga Completa. 

A menos de 24 horas do lançamento do filme “Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2”, no dia de amanhã, filme referente aos capítulos 24 à 36 e o Epílogo do sétimo volume, nós não iremos revelar nenhum informação que comprometa a sua diversão ao assistir o capítulo final e épico nos filmes, amanhã.

2. O livro começa com a cena sinistra na Mansão Malfoy em que Voldemort faz seus planos para derrubar o Ministério, matar o ministro, e tomar conta de todo mundo bruxo. Mas vemos mais do que isso. Severo Snape sabe quando Harry será transferido da Rua dos Alfeneiros graças a um informante que ele já havia informado ao Lorde das Trevas. Também vemos o triunfo de Lord Voldemort ao dizer que naquele momento sabia do ponto do fraco de Potter: o que protegia era o núcleo gêmeos de suas varinhas, e que se usasse qualquer varinha emprestada, essa proteção não teria poder, e ele enfim poderia matar o garoto.

3. Entre a partida, para sempre, dos Dursley, e a tristeza pela morte de Dumbledore, Harry recebe a visita de um bando de bruxos em seu jardim. O plano é simples, usar a Poção Polissuco, com um fio de cabelo de Harry, para transformar seis pessoas em duplos de Harry. E assim, ao saírem da Alfeneiros, cada um para um lado, os Comensais da Morte não saberão qual é o Harry verdadeiro. A ideia foi de Mundungo Fletcher, o notório trapaceiro membro da Ordem. Esse plano é apenas uma precaução, uma vez que a Ordem da Fênix não julga Voldemort sabedor do dia da partida.

4. O plano fracassa, pois os Comensais da Morte, e o próprio Voldemort, estavam a espera. Hagrid leva o Harry verdadeiro na moto do Sirius. Hagrid rompe a barreira, e consegue fugir, alguns Comensais vão em perseguição. No meio da luta Harry é reconhecido, e Voldemort, voando sem vassoura nem testrálio, ataca os dois. A varinha de Harry reconhece Voldemort antes de Harry vê-lo, e jorra labaredas douradas sem Harry querer, feitiço que o próprio Harry não sabe fazer.


5. A chegada à "A Toca" é triste, pois nem todos retornam. Alastor Moody morre em combate, morto por Voldemort, Mundungo desaparata de medo de Você-Sabe-Quem. Jorge sofre um ataque de Snape, com Sectumsempra, e perde uma orelha.


6. Os planos de Rony e Hermione de seguir Harry em sua busca das Horcruxes continua forte. Os amigos se preparam para proteger as suas famílias enquanto viajam. Hermione conseguira alguns livros de magia negra do escritório de Dumbledore para estudar sobre horcrux, e descobre que pouca coisa pode destruir uma horcrux.

7. O Ministro Scrimgeour vai até a Toca para abrir o Testamento de Alvo Dumbledore. Entre os pertences legados a própria escola, havia 4 itens para o nosso querido Trio.

Para Hermione, Dumbledore deixa um livro infantil: Os Contos Beedle, o Bardo.

Para Rony, Dumbledore lhe lega o seu desiluminador (aquele aparelho que parece um isqueiro e que absorve luzes, usado na primeira cena do filme Harry Potter e a Pedra Filosofal.

Para Harry, Dumbledore deixa dois pertences, mas o Ministro apenas lhe entrega um deles: um Pomo de Ouro, que se afirma ser aquele da primeira parte de quadribol. O outro pertence era a Espada de Gryffindor, mas Scrimgeour afirma que a Espada não era de Dumbledore para dá-la, e que ela sendo uma importante peça histórica, continuará onde está: em uma redoma de cristal na Sala do Diretor, em Hogwarts.

8. Durante a festa de casamento, Harry conhece uma curiosa pessoa: Xenofílio Lovegood, o pai de Luna. Vitor Krum quase sai em duelo com Xeno Lovegood por causa de um medalhão que Xeno usava, e que Krum afirmava ser a marca do famoso bruxo das trevas, Grindelwald, que todos sabiam ter sido derrotado por Dumbledore em 1945. O símbolo que Krum afirmava ser de Grindelwald, era este ao lado.

Ao final do casamento, todos recebem o aviso de que Scrimgeour estava morto, e o ministério caíra. Buscando fugir dos Comensais da Morte que invadiram a "A Toca", Harry, Rony e Hermione desaparatam e acabam no meio de Londres.

9. Para se esconder por algum tempo, o trio vai até a casa no Largo Grimmauld, 12, a Sede da Ordem da Fênix, vazia desde a morte de Dumbledore, que era o Fiel do Segredo do Feitiço Fidelius que protegia a casa. Eles passam a noite na casa. Na manhã seguinte, enquanto exploram o lugar, eles se deparam com a placa no quarto do irmão do Sirius Black, e que se chamava Régulo Arturo Black. Eles fazem ligação com R.A.B., e como ele fora Comensal da Morte, foi provavelmente pela proximidade com Voldemort que descobriu o segredo de sua horcrux, e por isso mesmo fácil de encontrar e roubar o medalhão.

10. O trio se lembra que havia um medalhão na casa, enquanto a limpavam, e que Monstro, salvou muitas coisas de serem jogadas no lixo. Ao invocar Monstro, e obrigá-lo a dizer a verdade, o elfo doméstico revela que o seu Senhor Régulo descobriu da existência do medalhão, e com Monstro ao seu lado, ele roubou o medalhão, deixando-se ficar no Lago, para permitir a fuga do elfo, e ordenando ao Monstro que voltasse ao Largo Grimmauld e destruísse o objeto. O que ele não conseguiu. No entanto, Monstro não pode entregar o medalhão aos garotos pois ele fora roubado meses antes, por Mundungo Fletcher. Harry pede a Monstro que encontre Mundungo. E o elfo vai em busca do trapaceiro.

11. Na sua ausência chega Lupin, e que lhes conta sobre a situação lá fora: que Harry agora é caçado como Indesejável N°. 1 pelo Ministério, agora controlado por Voldemort. E as coisas só melhoram, o Trio descobre que agora todas as crianças são obrigadas a ir a Hogwarts, e que o novo diretor da escola é Severo Snape. Mundungo é arrastado por Monstro, mas ele conta que não tem mais o medalhão, por que a deu como suborno a uma bruxa do Ministério: uma nossa velha conhecida, Dolores Umbridge.



12. Para resumir os próximos dois capítulos, Harry, Rony e Hermione conseguem entrar no Ministério da Magia e roubar o Medalhão de Slytherin do pescoço de Umbridge (um feito e tanto, vamos admitir!), mas no processo, um Comensal e levado ao Largo Grimmauld, e temendo que os Comensais possam entrar na casa, o Trio vai para bem longe, numa floresta.

13. Nesses próximos capítulos, eles têm outro problema: como destruir uma horcrux? Logo eles desvendam esse mistério quando sabem que artigos confeccionados por duendes pode absorver aquilo que os fortalece. Onde isso é útil? A Espada de Gryffindor fora feita por duendes, e Harry a usara para matar o basilisco, portanto a espada estaria impregnada de veneno daquele monstro. Por isso Dumbledore queria lhe deixar a espada, para que Harry a usasse para destruir horcruxes. Mas então eles descobrem que a espada fora mandada por Snape, para um cofre no Gringotes.

14. Harry então é envolvido em outra trama, uma que aconteceu muito tempo antes dele nascer. O choque de descobrir que Alvo Dumbledore fora amigo de Gerardo Grindelwald foi muito grande, não apenas para o leitor, bem como para Harry que se sente traído pelo Diretor nunca ter lhe revelado tudo isso.

15. Harry e Hermione fazem uma excursão para Godric’s Hollow, o vilarejo onde Harry nasceu, e onde Dumbeldore também morou um dia. Mas tudo sai errado, ele é atacado por Nagini, e por muito pouco Harry não dá de cara com Voldemort.

16. A primeira luz no fim do túnel vem algum tempo depois, quando um patrono na forma de corsa prateada leva Harry até um poço congelado, onde dentro, milagrosamente, está a espada de Gryffindor. Harry mergulha para apanhá-la, e quase morre afogado quando é salvo por Rony, que depois usa a espada para destruir a horcrux.

17. Intrigada com as muitas coincidências do misterioso símbolo triangular, Hermione aconselha Harry e Rony para visitarem Xenófilo Lovegood, e lhe perguntar sobre o simbolo que usou no dia do casamento. Para tanto, antes de falar, Xeno diz ser necessário ouvir o Conto dos Três Irmãos. Depois de ouvir o conto, Xeno diz que aquelas eram as Relíquias da Morte:


A Varinha das Varinhas:
(Xeno faz uma linha vertical num papel)

A Pedra da Ressurreição:
(Xeno desenha um círculo junto a linha)

E a Capa da Invisibilidade, formam juntas as Relíquias da Morte, e o misterioso símbolo triangular que tanto intrigou os garotos por meses:


(Xeno finaliza o símbolo, fazendo um triângulo
 ao redor da linha e do círculo)
18. Harry, Rony e Hermione discutem sobre o assunto, tentando ver onde a história poderia encaixar, e onde seria apenas um delírio do velho Xeno (lembremos que ele é o pai da Luna, e se é um pouco sonhadora, certamente foi influência dele). Rony e Hermione se tornam céticos das Relíquias. Mas Harry tem quase uma febre cerebral:

19. Harry Potter crê que a sua Capa da Invisibilidade é a Capa da Morte, e que a Pedra da Ressurreição está dentro do Pomo de Ouro, e mais, que talvez ele esteja destinado a possuir a Varinha das Varinhas, e que se somente se ele possuir as três relíquias, poderá derrotar Voldemort e combater as suas horcrux. Isso o deixa um pouco apático por um tempo, pois se torna meio obsessivo com a ideia de possuir as Relíquias da Morte.

20. Mas então ele puxado de volta a realidade quando ele, Rony e Hermione são capturados e levados para a Mansão Malfoy. Ele é reconhecido, e há grande animosidade entre os Malfoy, mas Belatriz Lestrange vê um dos pertences do Trio, a Espada de Gryffindor, e fica furiosa dizendo que eles roubaram de seu cofre no Gringotes, para onde enviara a pedido de Snape. Harry e Rony são aprisionados no porão, onde já estavam, um duende, Luna Lovegood e o Sr. Olivaras. Quando as esperanças parecem mínimas, surge Dobby, que ajuda a levar todos para o Chalé das Conchas, casa de Gui e Fleur. Hermione fora torturada por Belatriz, que berrava sobre que outros tesouros lhe foram roubados.

21. No momento certo, Harry e Rony tentam o resgate de Hermione, que se torna possível quando o lustre de repente se solta e se estilhaça no chão, sobre Belatriz e Hermione. Harry aproveita o momento de distração e apanha as varinhas confiscadas, todas, da mão de Draco Malfoy. E instantes depois, Dobby, que fora quem derrubara o lustre, consegue levá-los embora e em segurança para o Chalé das Conchas, embora Harry tenha notado um brilho prateado antes de desaparatarem da Mansão.

22. O capítulo termina com a emocionante e heroica morte de Dobby. O brilho prateado era uma faca atirada por Belatriz na direção do grupo, e terminara no peito do elfo. Harry (e unanimemente a Equipe PotterExpress), chorou a morte deste bravo elfo, que no fim deu a sua vida pela liberdade e bem estar dos amigos.

23. E apesar de não estar no final do capítulo 23 (onde o filme para com Harry), há uma cena retirada do final do capítulo seguinte, o "Capítulo 24 – O Fabricante de Varinhas", em que Lord Voldemort, descobrindo o esconderijo da Varinha das Varinhas, a toma para si, a varinha mais poderosa do mundo.


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Nós terminamos a nossa jornada pelos resumos dos sete livros e assuntos relevantes ao filme, na meia-noite de hoje. Se um dos membros desta Equipe conseguir ir ao cinema (uma vez que em nossa cidade não há nenhum), nós postaremos a nossa opinião sobre o filme que aparenta, até o momento, ser o mais fantástico e espetacular de todos já feitos, não apenas da série Harry Potter, mas superando quaisquer outros candidatos aos melhores filmes do século.



quinta-feira, 7 de julho de 2011

PROJETO PRÉ-15 DE JULHO VI [Resumo de Harry Potter e o Enigma do Príncipe]


Continuamos hoje com a série de postagens em preparação a 15 de Julho. Hoje falaremos do sexto volume da série:







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RESUMO DE
HARRY POTTER E O ENIGMA DO PRÍNCIPE

1. Passado o estágio complicado da adolescência, Harry está mais calmo, e muitos fãs dizem, mais engraçado e sarcástico nesse livro. É realmente uma pena que este livro guarde um acontecimento tão triste no final.

2. O livro começa com duas cenas que estão fora da presença ou conhecimento de Harry Potter. A primeira se trata da mudança de Ministro. O Primeiro-Ministro dos trouxas recebe a visita de Fudge, que fora demitido do cargo, e de Rufo Scrimgeour, recém empossado como novo Ministro da Magia.

3. A outra cena de que Harry não tem conhecimento, é a visita de Belatriz Lestrange e a sua irmã, Narcisa Malfoy, a alguém que Narcisa esperava que a ajudasse: Severo Snape. Aparentemente o Lorde das Trevas dera uma missão a Draco Malfoy, de que Narcisa julgava que o filho precisava de ajuda, e quem melhor que Snape, professor de que Draco sempre gostou. Belatriz é contra falar com Snape, pois o julga indigno de confiança, sem falar que acha que o Lorde das Trevas está sendo enganado por Snape, e sua dita lealdade. Para convencê-la do contrário, e impedi-la de interromper a conversa dele com Narcisa, Snape conta as duas como sempre fora leal ao Lorde das Trevas, mesmo durante os anos que apenas fingiu ter mudado de lado para ser protegido por Dumbledore do Ministério, que na época caçava Comensais da Morte e os enviava a Azkaban. Severo Snape afirma sempre foi leal a Lord Voldemort e tem, portanto, enganado Dumbledore, todos esses anos.

4. Ainda sobre a cena de Snape, Narcisa e Belatriz, devemos lembrar do Voto Perpétuo, feito por Snape, que consistia, em resumo, que Snape terminaria de missão de Draco, se o garoto não conseguisse.
         Narcisa falou:
       — Você, Severo, cuidará do meu filho Draco quando ele estiver tentando realizar o desejo do Lorde das Trevas?
         — Cuidarei.
        Uma fina língua de fogo-vivo saiu da varinha e envolveu as mãos como um arame em brasa.
        — E fará todo o possível para protegê-lo do mal?
         — Farei.
        Uma segunda língua de fogo saiu da varinha e se entrelaçou com a primeira, formando uma fina corrente luminosa.
     — E se necessário for... se parecer que Draco falhará — sussurrou Narcisa (a mão de Snape estremeceu, mas ele não a soltou) — Você terminará a tarefa que o Lorde das Trevas incumbiu Draco de realizar?
      Houve um momento de silêncio. Com a varinha sobre as mãos unidas dos dois, Belatriz observava de olhos arregalados.
   — Terminarei — jurou Snape.
Qual era missão de Draco ou qualquer detalhe sobre o que o garoto Malfoy teria que fazer, não nos é dada nenhuma dica ou pista.

5. Dumbledore visita Harry na Rua dos Alfeneiros, e lhe conta que o testamento do Sirius fora aberto e que ele, Harry, herdara algum ouro, o hipogrifo Bicuço, rebatizado de Asafugaz, e também a casa do Largo Grimmauld. Para confirmar que Harry era dono da casa (uma vez que ele não era um Black e a prima de Sirius, Belatriz, poderia ter direito ao lugar), Dumbledore convoca o elfo doméstico Monstro, que para seu desgosto, é obrigado a aceitar ordens de Harry. Resolvida essa questão, Dumbledore leva Harry a um missão noturna.

6. A missão era convencer um antigo amigo de Dumbledore a lecionar em Hogwarts, Horácio Slughorn. Dumbledore levara Harry junto pois Slughorn tinha fascinação por bruxos poderosos ou de fama. A mera presença de Harry já seria um argumento para que Slughorn desejasse voltar. No fim, Harry de fato convence o professor a voltar a Hogwarts, e Dumbledore, sorrindo, leva Harry para A Toca. Antes de partir, o diretor aconselha Harry a contar sobre a profecia para Rony e Hermione, os amigos de Harry mereciam essa confiança. E também avisa que este ano Harry teria aulas com ele.

7. Entre as novidades dos Weasley, está o casamento de Gui Weasley com Fleur Delacour. Nem Gina, Hermione ou a Sra. Weasley são a favor do casamento, mas não podem, é claro, se meter na vida de Gui. As notas dos N.O.M.s chegam, e Harry não atinge a nota mínima para o estudo avançado de poções no sexto ano. Sem essa matéria, Harry não poderá mais ser auror.

8. A loja dos gêmeos Weasley está cada vez mais popular, mas Harry, Rony e Hermione se distraem com outra coisa: Draco andando sozinho, de maneira esquiva, indo na direção da Travessa do Tranco. Usando a Capa da Invisibilidade, os três seguem Malfoy, que entra na Borgin & Burkes, falando ao dono sobre como consertar algo quebrado e que ele não deveria vender outra coisa.

9. O retorno a Hogwarts trás mudanças no corpo docente: Slughorn agora é novo mestre das Poções, e que Snape fora, finalmente, promovido ao seu almejado cargo de professor de Defesa Contra as Artes das Trevas. McGonagall informa a Harry que o Prof. Slughorn o espera na aula de poções, ele não é tão exigente quanto Snape. Ele e Rony decidem continuar com Poções, mas não tem nem ingredientes nem livro. Os dois pegam livros usados no armário da sala de aula de poções, o livro de Harry está todo rabiscado, quase ilegível.

10. Na aula inaugural de poções, Harry tenta decifrar as anotações no seu livro, e incrivelmente, consegue um resultado perfeito, ganhando a reputação de ótimo preparador de poções e ganhando como prêmio um frasco de Felix Felicis, uma rara poção que dá sorte a quem a toma.

11. Harry finalmente tem a sua primeira aula com Dumbledore, que na verdade não ensinaria encantamentos poderosos (que sugerira Rony e Hermione). O diretor queria lhe passar certas informações que julgou muito importantes Harry passar a conhecer, agora que o garoto estava ciente da Profecia. Neste primeiro encontro, Dumbledore leva Harry para conhecer a família Gaunt: Servolo, Morfino e Mérope. Servolo se orgulha de ser descendente dos Peverell, os últimos da linhagem de Salazar Slytherin, e que possui até mesmo um anel com brasão dos Peverell e um medalhão que diz que pertenceu a próprio Salazar Slytherin. Morfino se parecia uma segunda edição de seu pai, preconceituoso e orgulhoso. Mérope, no entanto, não cultuava a pureza de seu sangue, e até tinha se apaixonado por um trouxa, um bonito rapaz do povoado próximo chamado Tom Riddle. Isso mesmo, essa era a família de Voldemort: seu avô Servolo, seu tio Morfino e sua mãe Mérope.

12. Como as aulas de Dumbledore são picadas e divididas por todo ano, neste resumo, a história de Tom Riddle será contada toda de uma vez.

13. Mérope Gaunt usou uma poção do amor, para conquistar Tom Riddle (pai), e se casar com ele. Quase um ano depois, ele começou a acreditar que o marido já estaria apaixonado por ela, e parou de dar a poção. Mas no momento em que o efeito da poção de amor passou, Tom pediu o divórcio e voltou para sua casa, abandonando Mérope grávida em Londres. Desesperada, Mérope vende o medalhão de Slytherin e pouco antes de dar a luz, ela chega a um orfanato. O menino nasceu numa hora e na hora seguinte Mérope morreu. Desde então o menino Tom (o nome do pai) Servolo (nome do avô materno) Riddle (sobrenome do pai) morou nesse orfanato. Ao seu redor, casos estranhos aconteciam, mas nunca havia provas de que ele era culpado. Quando Dumbledore o conheceu, aos 11 anos de idade, Tom Riddle se mostrou imperioso e altivo, quase arrogante. Quando ele chega a Hogwarts, ele parece ser o melhor dos alunos, o mais educado. Logo se tornou um dos favoritos dos professores, exceto Dumbledore, que apesar da segunda chance que dava ao garoto Riddle, ele manteve-se atento ao seu crescimento.

14. Por volta do quinto ou sexto ano, Riddle abriu a Câmara Secreta, mas teve que fechá-la pois a escola correu risco de fechar, e ele precisava terminar seus estudos mágicos para conseguir uma colocação no Mundo Mágico. Com 16 anos ele voltou a casa dos Gaunt em busca da família, e encontrou apenas seu tio Morfino (Servolo já havia morrido). Para resumir o encontro, Riddle ataca o tio, rouba o anel com brasão dos Peverell e a varinha do tio. Depois atravessa o vale, e mata os pais e os avós com a varinha do tio, colocando a culpa nele.

15. Ainda no sexto ano, Riddle faz uma pergunta incômoda ao mestre de poções da época, Horácio Slughorn: O que são Horcruxes? Mas na primeira vez que Harry assiste essa lembrança na Penseira, Dumbledore afirma que era uma lembrança falsa. Harry Potter, depois de muitos sacrifícios e problemas, consegue a memória verdadeira de Slughorn, usando a Poção Felix Felicis, a sorte líquida. Nessa memória crucial, Slughorn respondeu a pergunta sobre o que eram Horcruxes, e mais algumas perguntas que Riddle fez sobre o assunto.


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OBSERVAÇÃO:
As Horcruxes e tudo relacionado a elas será tratado em outra postagem deste mesmo Projeto Pré-15, portando apenas citaremos  a teoria básica.
Ass. Equipe PotterExpress.
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Em síntese, Horcrux é um objeto das Trevas em que um bruxo guarda parte de sua alma. Assim, se o seu corpo for atacado, ele não morre, pois há essa salva-guarda, um pedaço de sua alma ainda viva.

A primeira das horcruxes que Dumbledore encontrou foi o Diário de Riddle, que foi usada para abrir a Câmara Secreta e destruído por Harry Potter quatro anos antes, com uma presa de basilisco. A segunda horcruxe ele encontrou quando vasculhou a velha Casa dos Gaunt, e achou uma pequena caixa sob o assoalho, e dentro dela o anel com o brasão dos Peverell.

16. Depois que terminou a escola, Riddle começou a trabalhar na Borgin & Burkes, e nesse emprego, ele conseguiu não apenas encontrar o medalhão de Slytherin (do qual se julgava dono e herdeiro), e uma relíquia histórica de Hogwarts, uma taça de ouro que pertenceu a Helga Hufflepuff. Riddle então rouba o medalhão e a taça, mantando a antiga dona desses itens. Portanto Dumbledore acredita que o Medalhão de Slytherin e a Taça de Hufflepuff foram transformadas em horcruxes.

17. Um acontecimento estranho na época do Natal foi o incidente no caminho de volta entre Hogsmeade e a escola: Cátia Bell leva um misterioso pacote, que guando abre, se revela ser um colar de opalas que carregava uma maldição. Cátia Bell teve muita sorte, e pouquíssimo não morreu, mas passou vários meses no Hospital St. Mungus para Doenças e Acidentes Mágicos.

18. Um incidente semelhante aconteceu em Março. Harry e Rony estavam no escritório de Slughorn, quando o professor quis fazer um brinde com hidromel. Ao primeiro gole, Rony começa a se contorcer e estrebuchar. Harry o salva de morrer envenenado com uma pedra de bezoar. O hidromel tinha sido enviado para Slughorn, e ele pretendia presenteá-lo a Dumbledore. Mas não o fez, e pouco ele próprio não é envenenado.

19. Harry continua sem saber o que Malfoy está fazendo, e então tem uma ideia, colocar a sua recente herança no encalço de Malfoy: Monstro, o elfo doméstico que herdara de Sirius. Dobby também o ajuda, e após alguns dias, eles informam a Harry que Draco está usando a Sala Precisa para esconder o que quer que precise de conserto. Sempre seguindo Malfoy, Harry um dia o encontra conversando com a Murta Que Geme. Ao ser descoberto, Malfoy começa um duelo, e Harry usa um feitiço que achou livro de poções, e que Harry havia descoberto pertencer ao Príncipe Mestiço. O feitiço era Sectumsempra, que causa sérios ferimentos em Malfoy. O garoto é salvo por Snape, que agindo rápido, fecha os ferimentos com um feitiço cujo som pareceu cantado.

20. Numa grande revelação, Harry descobre quem era a pessoa que ouvira a profecia de Trelawney atrás da porta, e que contara a Voldemort, fazendo o Lorde das Trevas caçar o Bebê-Harry, e por consequência, Lilian e Tiago Potter. Essa pessoa era Severo Snape. Harry invade furioso o escritório de Dumbledore procurando uma resposta, uma desculpa, mas Dumbledore diz que Snape sentia remorso pela morte de Lilian e Tiago Potter, e que fora por isso que ele deserdara das fileiras de Voldemort e se tornara espião para Dumbledore dentro dos Comensais da Morte. Harry dúvida e pede provas, mas Dumbledore afirma que tudo o que ele precisa é da palavra dele.

21. Mesmo após essa discussão, Dumbledore convida Harry para ir buscar uma nova horcrux. Para simplificar toda a aventura da horcrux, Harry e Dumbledore adentram uma caverna, e para pegar a horcrux Dumbledore toma uma poção desconhecida que o enfraquece muito. No fundo da bacia estava um medalhão, mas ele era uma horcrux falsa, com um bilhete dentro, falando que um tal RAB roubara a horcrux.

22. De volta a Hogwarts, Harry e Dumbledore pousam suas vassouras no topo da Torre de Astronomia, e Dumbledore pede que Harry chame Snape. Antes que chegue na escada, no entanto, ele se paralisa debaixo da Capa da Invisibilidade. Fora o diretor que paralisara Harry para protegê-lo, e nesse tempo crucial, não pode se defender, o atacante que subia a escada fizera voar para longe a varinha de Dumbledore: era Draco Malfoy.

Harry paralisado e invisível, Dumbledore enfraquecido e desarmado, e Draco apontando uma varinha para Draco, falando em matar o diretor. Draco confessa ter sido o responsável pelo colar amaldiçoada e pelo hidromel envenenado. Mas em de matar logo, Draco fica reticente em terminar a sua missão: como bem disse Dumbledore, não é tão fácil matar.

23. Quando Draco ainda está confuso, o barulho de batalha começa e pela escada surgem vários Comensais da Morte. A situação se torna ainda mais tensa, e então surge alguém inesperado: Snape. Dumbledore olha para Snape, e parece suplicar. Snape então mata Dumbledore, e todos fogem, Snape e Malfoy na dianteira.
        Mas outra voz chamara Snape pelo nome, baixinho.
        — Severo...
      O som assustou Harry mais que qualquer coisa naquela noite. Pela primeira vez, Dumbledore estava suplicando. Snape não respondeu, adiantou-se e tirou Malfoy do caminho com um empurrão. Os três Comensais da Morte recuaram calados. Até o lobisomem pareceu se encolher. Snape fitou Dumbledore por um momento, e havia repugnância e ódio gravados nas linhas duras do seu rosto.
        — Severo... por favor...
        Snape ergueu a varinha e apontou diretamente para Dumbledore.
         — Avada Kedavra!
        Um jorro de luz verde disparou da ponta de sua varinha e atingiu Dumbledore no meio no peito. O grito de horror de Harry jamais saiu, silencioso e paralisado, ele foi obrigado a presenciar Dumbledore explodir no ar: por uma fração de segundo, ele pareceu pairar suspenso sob a caveira brilhante e, em seguida, foi caindo lentamente de costas, como uma grande boneca de trapos, por cima das ameias, e desapareceu de vista.
24. Finalmente livre do feitiço, Harry sai em disparada atrás de Snape. Quando já estavam correndo pelos jardins, Harry se aproxima e tenta enfeitiçar os dois, tenta usar até o Sectumsempra, mas Snape repele todos os ataques, e então revela ele era o Príncipe Mestiço.



25. O livro termina com o enterro de Dumbledore, num belo túmulo branco na margem do Lago Negro. Logo após o enterro, Harry avisa aos amigos, Rony e Hermione, que não voltará a Hogwarts no próximo ano, e pois irá atrás das horcruxes restantes e também do tal RAB para ter certeza de que o medalhão também destruído.





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Dia 10/07 virá a próxima postagem, A Profecia Perdida: a ligação entre Harry e Voldemort.






terça-feira, 5 de julho de 2011

PROJETO PRÉ-15 DE JULHO V [Resumo de Harry Potter e a Ordem da Fênix]


Continuamos hoje com a série de postagens em preparação a 15 de Julho. Hoje falaremos do quinto volume da série:







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RESUMO DE
HARRY POTTER E A ORDEM DA FÊNIX

1. Harry Potter está crescendo, e definitivamente deixando a infância, mas o período é complicado.

         — Ninguém está negando o que ele fez! — disse a Sra. Weasley erguendo a voz, os punhos tremendo nos braços da cadeira — Mas ainda...
         — Ele não é mais criança! — retrucou Sirius, impaciente.
         — Tampouco é adulto! — disse a Sra. Weasley, a cor afluindo às suas faces (...)

E se já é difícil de definir, é ainda mais difícil de viver. Apenas para usar um termo comum, e tido por esta equipe como ainda impreciso, Harry agora é um adolescente. Nada que fazia sentido a um dia, faz sentido hoje, e não fará sentido amanhã.

2. No início do livro, vemos Harry Potter atormentado pelas dúvidas da adolescência. Ele está angustiado por permanecer na Rua dos Alfeneiros, cheio de raiva imaginando que fora esquecido, apesar de todos os seus feitos. Ele deseja voltar desesperadamente ao Mundo Mágico, e a raiva da falta de informações o faz cada vez mais irascível. Mas seu desejo é realizado: enquanto voltava para casa, depois de um passeio, dois dementadores atacam a ele e ao primo Duda. Harry se defende, e invoca um Patrono, que expulsa os dementadores. E quando garoto pensa que está seguro, alguém surge as suas costas: a Sra. Figg, a vizinha que ele conhece desde a infância, e que sabe que ele é um bruxo.

3. Harry recebe uma carta do Ministério avisando que por ter usado um feitiço fora da escola e na presença de um trouxa, Harry estava expulso de Hogwarts. Harry mal absorve essa informação, e Tio Válter decide mandar Harry para fora de casa. Outras cartas chegam: em uma o Ministério, influenciado por Dumbledore, desiste da expulsão imediata, mas marca uma audiência disciplinar. E uma última e misterioso bilhete-berrador, grita que Tia Petúnia devia se lembrar da última, e ela própria induz ao marido a deixar Harry continuar com eles.

4. E depois de semanas sem notícias, Harry de repente se vê arrastado ao Mundo Mágico: levado para Londres por um grupo de bruxos que estariam fazendo a sua guarda, entrando numa estranha casa inflada entre outras duas: o Largo Grimmauld, n°. 12. O lugar é sinistro, e a primeira impressão é que pertenceu a um bruxo das Trevas. Finalmente Harry encontra Rony e Hermione, e eles lhe contam que a casa é a Sede da Ordem da Fênix, criada por Dumbledore para lutar contra Você-Sabe-Quem da primeira vez. Mesmo depois de tudo isso, a raiva e desapontamento ruminados durante metade do verão explodem, e Harry desconta toda a sua raiva no amigos. Felizmente, ele se acalma, e eles podem finalmente conversar.

5. Durante o jantar daquela mesma noite, Harry fica sabendo que é exatamente a Ordem: os membros agem como espiões, infiltrando-se em diversos lugares ou seguindo Comensais conhecidos. Mas mais importante, Harry descobre que Fudge não mudara a sua opinião desde o final de Junho, e estava pior: ele começou uma perseguição pública contra Dumbledore, desacreditando-o, levando a população bruxa a crer que o Diretor de Hogwarts estava ficando caduco, e que Harry Potter, por dizer que Voldemort retornara, era um mentiroso louco por atenção. Fudge acredita que Harry e Dumbledore estão tentando desestabilizar o seu governo, para enfim derrubá-lo, e Dumbledore assumir o Ministério.

6. Mas há mais que a Ordem faz. Aparentemente eles estão tentando barrar Voldemort de atingir certos objetivos. Na conversa, Sirius dá a entender que existe uma espécie de "arma", mas ninguém deixa Sirius terminar de explicar. E enquanto a Ordem da Fênix age contra Você-Sabe-Quem, Harry está ocupado com outras coisas.

7. Harry, Hermione, e os garotos Weasley, coordenados pela Sra. Weasley, estão travando uma guerra contra a casa do Largo Grimmauld, 12. Sim, guerra não é exagero. Há infestações de fadas mordentes, objetos encantados que atacam (uma calça, por exemplo, tentou estrangular Rony; uma caixinha de música cujo som deixou todos sonolentos; também havia um medalhão que não pode ser aberto). Tudo isso e um monte de outras coisas, foram para o lixo. Teriam sido mais coisas se Monstro, um velho elfo doméstico servidor da Família Black, não estivesse afanando vários objetos do lixo e levando para seu armário, com a desculpa de proteger esses objetos dos invasores da casa de sua senhora, a sua antiga dona e mãe do Sirius.

8. Finalmente vem a Audiência Disciplinar no Ministério, que apenas serve de pretexto ao Fudge de renovar as suas opiniões sobre Harry e Dumbledore. O raciocínio lógico de Dumbledore se sobressai, e Harry é livre das acusações, mas o diretor desvia o seu olhar de Harry em todas as vezes que o garoto tenta olhá-lo, e isso tira um pouco a felicidade do garoto de estar livre para voltar a Hogwarts.

9. O retorno a Hogwarts deveria ser agradável, mas a cada nova hora, tudo parece diferente: são Rony, Hermione e Draco Malfoy se tornando Monitores, Hagrid não estar presente na Plataforma de Hogsmeade nem no banquete de abertura, o Chapéu Seletor não simplesmente cantar mas aconselhar a escola a unir contra o mal que cresce. Há também um novo personagem que deve-se salientar: Luna Lovegood, uma garota de cabelos louros, brincos de rabanetes e colar de rolhas. Uma garota muito estranha, ainda por sempre falar de animais fantásticos que não existem, mas certamente curiosa por dizer verdades incômodas de uma maneira que não ofende. Ah, e claro, o fato das carruagens agora não serem mais simplesmente mágicas, mas puxadas por cavalos draconianos que logo de cara, apenas Harry e Luna enxergam.

10. Mas decididamente a pior das novidades é a nova professora de Defesa Contra as Artes das Trevas: Dolores Jane Umbridge, enviada do Ministro Fudge para fiscalizar (espionar) a Escola de Hogwarts. No discurso inaugural de sua aula, ela fala de maneira doce sobre como a ensino está sendo "melhorado", mas Hermione nota que eles não vão praticar a magia, apenas estudar a teoria. E Harry Potter, em sua raiva contida adolescente novamente inflamada, ele grita com a nova professora, e ele termina numa terrível detenção: escrever as palavras "Não devo contar mentiras" num papel com uma pena especial, que faz gravar essas palavras no dorso da mão do garoto.

11. O ano letivo continua com as ações de Umbridge que vão, aos poucos, colocando as liberdades e privilégios dos alunos sob o seu controle pessoal, e até mesmo controle sob os outros professores (sempre apoiada pelo Ministro). Exatamente por isso que Hermione e Rony tem a ideia de Harry dar-lhes aula de Defesa, uma vez que a Umbridge se recusa. Muitos outros apoiam a medida, e formam um grupo secreto: A Armada de Dumbledore, que se reúne na Sala Precisa (um lugar mágico dentro do castelo em que as portas podem não ser visíveis, dependendo da necessidade da pessoa que precisa dela, e daí o seu nome).

12. Hagrid finalmente aparece. Ele estava em uma missão secreta para a Ordem da Fênix: recrutando gigantes nas montanhas europeias. Madame Maxime, diretora de Beauxbatons,  fora com ele. Mas ao afinal, Voldemort conseguira manipular os gigantes para um acordo com ele, e a missão de Hagrid fracassa. Mesmo assim, por alguma razão, ele demorou muito tempo para voltar.

13. Harry sempre teve sonhos perturbadores com Voldemort, desde o primeiro ano, mas este superou todos: Harry sonha que está dentro (ou ele própria seria) uma cobra. E nessa forma, ele passa por um corredor de pedra negra, e ao final encontra um homem, o Sr.Weasley, e o ataca, deixando-o mortalmente ferido. Harry acorda assustado e temeroso que fosse ele próprio que fizera aquilo. Mesmo sendo um sonho, a Professora McGonagall acredita nele e o leva até Dumbledore, que envia Harry e os garotos Weasley ao Largo Grimmauld, e também manda avisar as pessoas certas de que Arthur Weasley estava ferido.

14. Depois de um natal conturbado cheio de ideias negativas sobre si mesmo, e medo de atacar mais alguém, Harry volta a Hogwarts com ordens de Dumbledore de ter aulas de Oclumência com Snape. Oclumência é a arte de proteger a própria mente de ataques externos (Legilimência). Harry precisa dessas aulas, por que, por algum motivo, o feitiço que deu errado e gerou a cicatriz na sua testa, também fez nascer um elo entre a mente de Harry e de Voldemort.

15. Particularmente para esta Equipe, o capítulo mais perturbador de todo o livro é este "Capítulo 28 – A Pior Lembrança de Snape", em que vemos o que Snape sempre afirmou e ninguém quis acreditar, que Tiago Potter na escola era de fato um babaca exibicionista. Nesse capítulo, Harry assiste, com tristeza, Lilian brigando com Tiago que estava agindo como Malfoy agiria. Snape chama a Lilian Evans (a mãe de Harry), de Sangue-Ruim, que é um xingamento pesado no mundo mágico para quem Nasceu Trouxa.

16. Descobrimos então por que Hagrid demorara a voltar: por causa de seu meio-irmão, o gigante Grope, que mal fala inglês e tem o hábito de arrancar árvores pela raiz.

17. Durante o último teste dos Níveis Ordinários em Magia (N.O.M.s), Harry tem um sonho vivido e real onde Voldemort estava no Departamento de Mistério, no Ministério da Magia, e ele torturava Sirius, prometendo matá-lo. Harry decide ir correndo para lá, mas muitas coisas acontecem: ele é pego pela Umbridge, e para se livrar dela, Hermione inventa uma mentira de uma arma escondida na Floresta Proibida.  Umbridge ordena a Harry e Hermione que eles a levem até a dita arma. Mas quando chegam lá, encontram-se com um bando de centauros, que atacam Umbridge e por pouco não atacam também os garotos, que foram salvos por Grope. Enquanto o gigante briga com os centauros, Harry e Hermione conseguem fugir, cobertos com o sangue de Grope.

18. Quando menos esperam, surgem Gina, Rony, Neville e Luna, que fugiram de seus captores, e foram atrás de Harry e Hermione. Montados em Testrálios (as tais criaturas raptilianas que Harry julgara cavalos draconianos), o grupo de seis adolescentes vão até o Ministério, e então até o Departamento de Mistérios, um lugar esquisito cheio de salas que estudam assuntos diversos. Quando Harry enfim chega ao lugar de seu sonho, que julgava estar Sirius, não encontra ninguém, nem Sirius nem Voldemort. Mas encontra outra coisa: uma pequena esfera de vidro e uma plaqueta sob ela, com o seu nome.

19. Ao pegar a esfera, começa uma batalha pela sua posse: surgem Comensais da Morte, entre eles Lúcio Malfoy e Belatriz Lestrange, que exigem a esfera de vidro. Os garotos correm, e tentam fugir. No meio da corrida se separam e encontram os membros da Ordem da Fênix, incluindo Sirius, que luta com os Comensais. Em meio ao caos da batalha a esfera se quebra, e Harry vê um espécie de fantasma surgir de dentro dela por alguns segundos, mas não ouve o que diz. Mas o fato da esfera ter quebrado perde totalmente a importância quando Harry assiste a luta de Sirius e Belatriz, em que o padrinho perde, sendo morto pela prima, que foge.

20. Harry não consegue enfeitiçar Belatriz com uma maldição imperdoável, e logo surge o  próprio Lord Voldemort, que teria matado Harry se não fosse pela intervenção de Dumbledore e o grandioso duelo que e segue. Duelo que termina quando Voldemort tenta fazer Dumbledore matar Harry, possuindo o garoto. Incrivelmente, o remorso e dor pela perda de Sirius conseguem que Voldemort tome aquela possessão extremamente dolorosa, e ele mesmo desfaz a possessão e foge, levando Belatriz consigo. Poucos antes de partir Voldemort é visto por várias pessoas do Ministério, incluindo Fudge, que enfim é forçado crer nessa terrível verdade, que Você-Sabe-Quem estava vivo.

22. A tradicional conversa entre Harry e Dumbledore no fim do ano acontece num momento de grande tristeza, e a raiva natural da adolescência, faz Harry sair quebrando metade do escritório do diretor, e quando  se acalma, Dumbledore lhe conta aquilo que vinha adiando a vários anos: havia uma  profecia sobre Harry e Voldemort, e duas pessoas a ouviram. A primeira, apenas a parte inicial da profecia, era um Comensal da Morte que avisou a Voldemort que nasceria alguém capaz de derrotá-lo. A segunda, que ouviu a profecia completa, era Dumbledore, e ele lhe conta todo o conteúdo.



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OBSERVAÇÃO:
A profecia e tudo relacionado a ela será tratado em outra postagem deste mesmo Projeto Pré-15, portando apenas citaremos as consequências dela neste post.
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Dumbledore também lhe conta que a visão que tivera de Sirius sendo torturado, fora criada por Voldemort para iludir Harry e levar o garoto até o Ministério, onde Harry encontraria a Profecia, e onde seus Comensais da Morte estariam a postos para tirar a profecia do garoto. Harry se culpa pela morte do padrinho, e desesperado, (um momento muito forte para aqueles que já perderam alguém) Harry chama Sirius através de um espelho que fora presente do padrinho. O garoto é forçado a ver que o padrinho estava morto, e que nunca mais poderia falar com ele. Com raiva, Harry joga o espelho encantado de volta ao seu malão, que parte em mil pedaços.

23. Harry fica realmente apavorado com a existência da Profecia. Era, o tempo todo, essa  profecia, aquela esfera de vidro, que Voldemort buscou o ano todo. Era esta a arma que ele queria, pois nada no trecho inicial indicava que Harry se tornaria tão forte quanto pareceu no ano anterior no duelo que travaram no cemitério, portando ouvi-la inteira poderia indicar uma maneira de derrotar Potter.

24. Com a sua revelação pública, Voldemort não mais se retrai e começa a Segunda Guerra, no qual todos estão em perigo, e a qual só verá fim no final do sétimo volume, exatamente o filme do dia 15 de Julho. Antes de acabarmos, temos algumas observações sobre dois personagens, que aliás, temos seguido nas últimas quatro postagens.

25. E novamente ele se torna confuso. Severo Snape continua frio, cruel e sarcástico, mas desta vez vemos que ele sempre teve razão em odiar Tiago e Sirius. Harry termina odiando o professor de Poções e culpando-o da morte do padrinho, mas isso é mais para desencargo de consciência do que um fato. Snape ainda é o que é, e fica difícil saber ao lado de quem ele está. Sabe-se agora que a missão dada por Dumbledore era Snape voltar a Voldemort, e espioná-lo. Mas ainda resta aquela pergunta incômoda: dá realmente para confiar em Severo Snape?

26. Neville Longbottom finalmente demonstra a sua coragem (excetuando a passagem rápida ao final do primeiro volume em que ele enfrenta os amigos). Neville se junta a Armada de Dumbledore, e treina exaustivamente todos esses meses. O seu esforço, nós sabemos, é em decorrente de um fogo interior de vingar os pais. Vemos também essa coragem ao acompanhar os amigos ao Ministério, e lutar e defender os amigos de Comensais, de ser torturado e mesmo assim continuar a gritar "Não entregue a profecia". Neville sempre foi subestimado, e aparentemente continuará sendo. Mas temos a certeza de que ele também é um grande bruxo, e que seus feitos heroicos serão tão famosos quanto do amigo, mesmo sem uma cicatriz na testa.



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Dia 07/07 virá o resumo do próximo livro: Harry Potter e o Enigma do Príncipe.