segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

QUADRIBOL ATRAVÉS DOS SÉCULOS - Capítulo 3





CAPÍTULO TRÊS
O Jogo do Brejo de Queerditch


Devemos o nosso conhecimento das rústicas origens do quadribol aos escritos da bruxa Trude Keddle, que viveu às margens do brejo de Queerditch no século XI. Felizmente para nós, ela mantinha um diário, hoje no Museu do Quadribol em Londres. Os trechos citados a seguir foram traduzidos do original saxônio, repleto de erros de ortografia.

Terça-feira. Quente. Aqueles marginais da outra margem do brejo andaram aprontando outra vez. Às voltas com aquele jogo idiota montados em vassouras. Uma bola enorme de couro veio parar na minha horta de repolhos. Azarei o homem que veio buscá-la. Quero ver ele voar ajoe0hado de trás para a frente, porção peludo.

Terça-feira. Chuvoso. Entrei no brejo para colher urtigas. Os idiotas com as vassouras jogavam outra vez. Têm uma bola nova que atiram uns para os outros e tentam acertar em troncos de cada lado do brejo. Uma brincadeira inútil.

Terça-feira. Ventoso. Gwenog veio tomar chá de urtigas, depois me convidou para passear. Acabamos assistindo àqueles retardados jogarem o tal jogo do brejo. O bruxo grandalhão escocês que mora no alto do morro estava lá. Agora jogam com duas pedras pesadas que voam pelo ar e tentam derrubá-los das vassouras. Infelizmente isso não aconteceu enquanto eu estava assistindo. Gwenog me contou que, muitas vezes, até ela participa desse jogo. Voltei para casa chateada.

Estes excertos nos revelam muito mais do que Trude Keddle poderia ter imaginado, além do fato de que ela só conhecia um dia da semana. Em primeiro lugar, a bola que caiu em sua horta de repolhos era feita de couro, como a moderna goles — com certeza era difícil atirar com precisão a vesícula cheia de ar usada em outros jogos com vassouras da época, particularmente em dias ventosos. Em segundo lugar, Trude nos informa que os homens “tentavam acertar a bola nos troncos de cada lado do brejo” — ao que parece uma forma primitiva de marcar gols. Em terceiro lugar, ela nos permite formar uma vaga idéia dos precursores dos balaços. É interessantíssimo que estivesse presente o tal “bruxo escocês grandalhão”. Teria sido um jogador de Rachacrânio? Seria idéia dele enfeitiçar pedras pesadas para fazê-las voar ameaçadoramente pelo campo, inspirada nos pedregulhos usados no jogo de sua terra natal?
Não encontramos outras menções do esporte praticado no brejo de Queerditch até um século mais tarde quando o bruxo Goodwin Kneen tomou a pena para escrever ao seu primo norueguês, Olavo. Kneen vivia em Yorkshire, o que comprova a disseminação do esporte por toda a Grã-Bretanha nos cem anos que decorreram desde que Trude Keddle o assistia. A carta de Kneen encontra-se nos arquivos do Ministério da Magia norueguês.

Caro Olavo,
Como vai você? Eu estou bem, embora Gunhilda ande com uma cataporazinha de dragão.
Participamos de uma animada partida de Jogo do Brejo na noite de sábado, ainda que a coitada da Gunhilda não estivesse se sentindo em condições de jogar como pegadora e precisássemos substituí-la por Radulfo, o ferreiro. O time de Ilkley jogou bem ainda que não fosse páreo para nós, porque andamos praticando o mês inteiro e marcamos quarenta e dois gols. Radulfo levou um pedraço na testa porque o velho Ugga não foi bastante rápido com a maça. Os novos barris para marcação de gols funcionaram bem. Três na ponta de cada estaca, doados pela dona da estalagem. Ela nos serviu quentão de graça a noite inteira porque ganhamos a partida. Gunhilda ficou meio aborrecida porque voltei para casa tão tarde. Fui obrigado a me desviar de umas azarações bem ruinzinhas que ela me lançou, mas agora já recuperei meus dedos.
Estou despachando esta carta pela melhor coruja que tenho, na esperança de que ela chegue aí.
Seu primo,
Goodwin

Por esta carta podemos avaliar como o jogo havia progredido em um século. A mulher de Goodwin devia ter jogado de “pegadora” — provavelmente o nome antigo para artilheira. O “pedraço” (sem dúvida o balaço) que atingiu Radulfo, o ferreiro, deveria ter sido rebatido por Ugga, que obviamente estava jogando como batedor, pois usava um bastão. Os gols já não eram troncos, mas barris no alto de estacas. No entanto, continuava a faltar um elemento essencial ao jogo: o Pomo de Ouro. O acréscimo da quarta bola do quadribol só foi ocorrer em meados do século XIII e de maneira curiosa.






domingo, 26 de janeiro de 2014

QUADRIBOL ATRAVÉS DOS SÉCULOS - Capítulo 2





CAPÍTULO DOIS
Os Jogos Antigos com Vassouras


Os esportes com vassouras surgiram assim que as vassouras se aperfeiçoaram o suficiente para permitir aos pilotos fazerem curvas e variar de altitude e velocidade. Os textos e pinturas mágicos da Antigüidade nos dão uma idéia dos jogos praticados pelos nossos antepassados. Alguns já não existem; outros sobreviveram ou evoluíram até se tornarem os esportes que hoje conhecemos.
A famosa Annual Broom Race (Corrida Anual de Vassouras) da Suécia remonta ao século X. Os pilotos faziam o percurso Kopparberg-Arjeplog, uma distância pouco superior a 480 quilômetros. A rota atravessava uma reserva de dragões, e o imenso troféu de prata tem a forma de um Focinho-Curto sueco. Atualmente essa corrida se transformou em um evento internacional, e bruxos de todas as nacionalidades se reúnem em Kopparberg para torcer pelos jogadores à saída e em seguida aparatam até Arjeplog para cumprimentar os sobreviventes.
O famoso quadro Gunther der Gewalttàtige ist der Gewinner (Gunther, o violento, é o vencedor) datado de 1105, nos mostra o antigo jogo alemão do Stichstock (Furabexiga). Colocava-se uma bexiga de dragão, cheia de ar, no alto de uma baliza de seis metros de altura. Um jogador montado em uma vassoura tinha a função de proteger a bexiga. O guarda-bexiga era amarrado à baliza com uma corda passada na cintura, de modo que ele ou ela não pudesse se afastar mais de três metros do seu posto. Os demais jogadores se revezavam voando até a bexiga e tentando perfurá-la com os cabos especialmente aguçados de suas vassouras. O guarda-bexiga podia usar a varinha para repelir os atacantes. O jogo terminava quando a bexiga era finalmente perfurada ou o guarda conseguia azarar todos os oponentes, eliminando-os do jogo, ou ainda quando caíam de exaustão. O jogo do Furabexiga desapareceu no século XIV.
Na Irlanda floresceu o jogo do Aingingein (Fogaréu), tema de muitas baladas irlandesas. Contam que o lendário bruxo Fingal, o destemido, foi campeão de Fogaréu. Um a um, os jogadores arrebatavam o dom ou bola (na realidade a vesícula de um bode) e atravessavam correndo uma série de barris em chamas erguidos no ar por estacas. O dom era, então, atirado através do último barril. O jogador que conseguisse atirá-lo no menor tempo, sem ter ele mesmo pegado fogo no caminho, era o vencedor.
A Escócia foi o berço do jogo com vassouras provavelmente mais perigoso de todos — Creaothceann (Rachacrânio). O jogo é descrito em um poema trágico gaélico, do século XI, cuja tradução do primeiro verso é a seguinte:

Juntos, os jogadores, doze homens de força e coragem,
Caldeirões afivelados, aguardavam em posição
Que a trompa soasse para saírem velozes pelo ar.
Mas, dentre eles, dez voavam ao encontro da morte.

Cada jogador do Rachacrânio usava um caldeirão afivelado à cabeça. Ao som da trompa ou do tambor, umas cem pedras e pedregulhos enfeitiçados, que pairavam a trinta metros de altura, começavam a cair em direção ao solo. Os jogadores voavam para cá e para lá tentando recolher o maior número possível de pedras em seus caldeirões. Considerado por muitos bruxos escoceses o supremo teste de virilidade e coragem, o Rachacrânio gozou de grande popularidade na Idade Média, apesar do número de fatalidades que causava. O jogo foi proibido em 1762, e embora Magno Macdonald, o Cabeça Amassada, liderasse uma campanha para sua reintrodução na década de 1960, o Ministério da Magia se recusou a revogar a proibição.
A Shuntbumps (Derrubada) foi um jogo popular em Devon, Inglaterra. Era uma forma rústica de justa com o único objetivo de desmontar da vassoura o maior número possível de jogadores, saindo vencedor o último combatente a permanecer montado.
O Swivenhodge (Malhaporco) começou em Herefordshire. Tal como o Furabexiga, esse jogo envolvia uma vesícula cheia de ar, em geral a de um porco. Os jogadores montavam as vassouras de trás para frente e batiam na bexiga para cá e para lá, por cima de uma sebe, com a palha das vassouras. O jogador que errava marcava um ponto para o adversário. O primeiro a acumular cinquenta pontos era o vencedor.
O Malhaporco ainda é jogado na Inglaterra, embora nunca tivesse alcançado grande popularidade; a Derrubada sobrevive apenas como jogo infantil. Entrementes, no brejo de Queerditch, surgira um jogo que um dia iria se tornar o mais popular do mundo dos bruxos.






sábado, 25 de janeiro de 2014

QUADRIBOL ATRAVÉS DOS SÉCULOS - Capítulo 1





CAPÍTULO UM
A Evolução da Vassoura Voadora


Nenhum feitiço inventado até hoje permite aos bruxos voarem apenas com os recursos de sua forma humana. Os poucos animagos que se transformam em animais alados podem voar, mas são raros. A bruxa ou o bruxo que se vê transformado em um morcego pode levantar vôo, mas, possuindo um cérebro de morcego, com certeza vai esquecer aonde queria ir no momento em que deixar o chão. A levitação é uma prática comum, mas os nossos antepassados não se contentaram em planar a um metro e meio do chão. Quiseram mais. Quiseram voar como pássaros, mas sem a inconveniência de ter o corpo coberto de penas.
Hoje, estamos tão habituados à idéia de que todas as casas de bruxos na Grã-Bretanha dispõem no mínimo de uma vassoura que raramente paramos para nos perguntar qual é a razão disso. Por que a humilde vassoura iria se tornar o único objeto legalmente aceito como meio de transporte bruxo? Por que nós, no Ocidente, não adotamos o tapete voador tão apreciado pelos nossos irmãos orientais? Por que não preferimos produzir barris voadores, poltronas voadoras, banheiras voadoras - por que vassouras?
Bastante perspicazes para compreender que seus vizinhos trouxas procurariam explorar seus poderes, se conhecessem o seu alcance, os bruxos e bruxas ficavam quietos em seus cantos muito antes de o Estatuto
Internacional de Sigilo em Magia entrar em vigor. Se pretendessem guardar um veículo de transporte em casa, teria de ser algo discreto, fácil de esconder. A vassoura era ideal para isso; não exigiria explicação nem desculpa se fosse encontrada pelos trouxas, era portátil e de baixo custo. No entanto, as primeiras vassouras enfeitiçadas para voar tiveram os seus senões.
Há registros de que os bruxos e bruxas europeus já estavam usando vassouras em 962 d.C. Uma iluminura alemã desse período mostra três bruxos desmontando suas vassouras com expressões de estranho mal-estar no rosto. Guthrie Lochrin, um bruxo escocês, escreveu em 1107 que teve as "nádegas cravadas de farpas e as hemorróidas inflamadas" depois de um breve vôo de vassoura de Montrose a Arbroath.
Uma vassoura medieval exibida no Museu do Quadribol, em Londres, nos dá uma idéia das razões para o mal-estar de Lochrin (ver Fig. A). Um cabo de freixo nodoso e sem verniz, com gravetos de amendoeira amarrados toscamente a uma ponta, não é nem confortável nem aerodinâmico. Os feitiços lançados sobre as vassouras eram igualmente básicos: ela podia se deslocar apenas para a frente e a uma dada velocidade; subia, descia e parava.
Naquele tempo, as famílias bruxas confeccionavam as próprias vassouras, por isso havia uma enorme variação na velocidade, no conforto e no manuseio desse meio de transporte de que dispunham. Por volta do século XII, no entanto, os bruxos já haviam aprendido a trocar serviços entre si, a fazer escambo, de modo que um mestre artesão de vassouras podia trocá-las pelas poções que seu vizinho soubesse preparar melhor que ele. Quando as vassouras se tornaram mais confortáveis, os bruxos passaram a voá-las por diversão e não apenas para se transportarem do ponto A ao ponto B.







sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

QUADRIBOL ATRAVÉS DOS SÉCULOS - Prefácio





PREFÁCIO


Quadribol através dos séculos é um dos títulos mais procurados da biblioteca escolar de Hogwarts. Madame Pince, nossa bibliotecária, me informa que o livro é "manuseado, babado e de um modo geral maltratado" diariamente — o que é um enorme elogio para qualquer livro. Quem joga ou assiste ao quadribol regularmente apreciará esta obra do Sr. Whisp, bem como os que se interessam de uma maneira mais ampla pela história da bruxaria. Do mesmo modo que fomos inventando o jogo de quadribol, ele também nos inventou; o quadribol une bruxos e bruxas de todas as posições sociais e os reúne para compartilhar momentos de euforia, vitória e desespero (no caso dos torcedores dos Chudley Cannons [Canhões de Chudley]).
Foi com alguma dificuldade, devo confessar, que convenci Madame Pince a me entregar um dos seus exemplares para poder mandar copiá-lo e, dessa maneira, torná-lo acessível a um número maior de leitores. De fato, quando lhe contei que ia copiá-lo para que os trouxas pudessem lê-lo, ela não só perdeu temporariamente a fala como também não se mexeu ou piscou durante vários minutos. Quando voltou a si, teve a consideração de me perguntar se eu perdera o juízo. Tive, então, o prazer de tranqüilizá-la a esse respeito e de lhe explicar minhas razões para tomar essa decisão sem precedentes.
Os leitores trouxas não precisam que eu lhes diga o que é o trabalho do Comic Relief, mas vou repetir a explicação que dei à Madame Pince para benefício das bruxas e dos bruxos que comprarem o presente livro. O Comic Relief é uma obra que usa o riso para combater a pobreza, a injustiça e a calamidade. A alegria que a obra espalha é convertida em grandes somas de dinheiro (174 milhões de libras desde que começou em 1985 - mais de 34 milhões de galeões). Todos os envolvidos em trazer este livro até você, desde o autor até a editora; fornecedores de papel, gráficas, enca-dernadores e livreiros, contribuíram com seu tempo, energia e material gratuito ou a preços reduzidos, fazendo com que os lucros obtidos com sua venda fossem destinados a um fundo aberto em nome de Harry Potter pela Comic Relief U.K. e por J.K. Rowling. Este fundo foi criado especificamente para ajudar crianças necessitadas ao redor do mundo. Quando você comprar este livro — e eu o aconselharia a comprá-lo porque se ficar folheando o livro sem pagar vai descobrir que foi atingido pelo Feitiço contra Ladrão —, você também estará contribuindo para a missão mágica do Comic Relief.
Eu estaria enganando meus leitores se dissesse que essa explicação deixou Madame Pince mais feliz em ceder um exemplar da biblioteca para os trouxas. Ela sugeriu várias alternativas tais como dizer ao pessoal do Comic Relief que a biblioteca pegara fogo ou simplesmente fingir que eu morrera sem deixar instruções. Quando respondi que, de um modo geral, eu preferia continuar a seguir o meu plano original, ela concordou, com relutância, em me entregar o exemplar, ainda que na hora de soltá-lo tivesse perdido a coragem me obrigando a forçá-la a abrir cada um dos dedos com que apertava a lombada do livro.
Embora eu tenha desfeito os feitiços normais que são lançados sobre um livro de biblioteca, não posso prometer que não tenha restado algum vestígio neste exemplar. Todos sabemos que Madame Pince acrescenta azarações incomuns aos livros sob seus cuidados. Eu próprio, no ano passado, manuseei distraidamente um exemplar de Teorias das transformações transubstanciais e, no momento seguinte, o livro começou a me bater com força na cabeça. Por favor tenha cuidado com sua maneira de tratar este livro. Não arranque páginas. Não o deixe cair na água do banho. Não posso prometer que Madame Pince não vá assediá-lo de repente, onde quer que o encontre, para exigir o pagamento de uma pesada multa.
Agora só me resta agradecer o seu apoio ao Comic Relief e pedir aos trouxas que não experimentem jogar quadribol em casa; é claro que se trata de um esporte inteiramente fictício e ninguém o joga de verdade. Gostaria ainda de aproveitar a oportunidade para desejar ao Puddlemere United (União de Puddlemere) o maior sucesso em sua próxima temporada.








quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

QUADRIBOL ATRAVÉS DOS SÉCULOS - Sobre o Autor





SOBRE O AUTOR


KENNILWORTHY WHISP é um famoso especialista em quadribol (e, segundo ele, um fã ardoroso desse esporte). É autor de muitas obras referentes ao quadribol, inclusive Os Assombrosos Vagamundos de Wigtown (The Wonder of Wigtown Wanderers), Um louco no ar (He Flew Like a Madman) (uma biografia de Dai Llewellyn, "O perigo") e Como evitar balaços — um estudo de estratégias defensivas em quadribol (Beating the Bludgers — A Study of Defensive Strategies in Quidditch).
Kennilworthy Whisp divide seu tempo entre uma residência em Nottinghamshire e "o lugar em que os Vagamundos de Wigtown estejam jogando na semana". Seus passatempos incluem o gamão, a culinária vegetariana e uma coleção de vassouras antigas.






QUADRIBOL ATRAVÉS DOS SÉCULOS - Sumário




Se você algum dia quis saber como surgiu o pomo de ouro ou por que o time dos Vagamundos de Wigtown (Wigtown Wanderers) tem a estampa de um cutelo de açougueiro no uniforme, você precisa ler Quadribol Através dos Séculos (Quidditch throught the ages). Esta edição limitada é uma cópia do exemplar guardado na Biblioteca Escolar de Hogwarts e consultado por jovens fãs do quadribol quase diariamente.
A renda obtida na venda deste livro reverterá para o Comic Relief, que destinará o dinheiro ao seu trabalho de salvar vidas — um trabalho mais importante e mais surpreendente do que a segunda captura do pomo de ouro, em três segundos e meio, por Rodrigo Plumpton (Roderick Plumpton), em 1921.







Título original
QUIDDITCH
Through the Ages
Texto J. K. Rowling, 2001
Ilustrações e letras desenhadas J. K. Rowling, 2001
O direito moral da autora foi assegurado.



Kennilworthy Whisp
QUADRIBOL ATRAVÉS DOS SÉCULOS

(Quidditch Through the Ages)
Tradução de LIA WYLER



CRÍTICAS A QUADRIBOL ATRAVÉS DOS SÉCULOS

"A pesquisa minuciosa de Kennilworthy Whisp trouxe à luz um verdadeiro
tesouro de informações ainda desconhecidas sobre o esporte dos bruxos.
Uma leitura fascinante."
— Batilda Bagshot, autora de História da Magia.

"Whisp produziu um livro agradabilíssimo; os fãs do quadribol
certamente o acharão instrutivo e divertido."
— Editor, Qual vassoura?

"Uma obra definitiva sobre as origens e a história do quadribol.
Altamente recomendável."
— Bruto Scrimgeour, autor de A Bíblia do Batedor.

"O Sr. Whisp é um autor muito promissor.
A continuar nesse ritmo logo será fotografado em minha companhia!"
— Gilderoy Lockhart, autor de O Meu Eu Mágico.

"Aposto o que os leitores quiserem que este livro vai ser um best-seller.
Vamos, quem quer apostar comigo?"
— Ludovic Bagman, batedor da Inglaterra e dos Wimbourne Wasps.

"Já li obras piores."
— Rita Skeeter, Profeta Diário.



— SUMÁRIO —







sábado, 30 de novembro de 2013

Feliz Natal! [2013] Merry Cristmas!



O PotterExpress já está se preparando para o Natal. Além do Plano de Fundo e o Cabeçalho, logo começará a nevar por aqui. Então preparem-se!






quinta-feira, 31 de outubro de 2013

[VÍDEO] O Primeiro Halloween em Hogwarts




Pois é, a vida do Harry nunca foi fácil, e seu Primeiro Ano foi realmente... assustador, considerando que ele era apenas uma criança de 11 anos. Um cão de três cabeças, sustos no escuro de uma floresta, uma vassoura azarada a dezenas de metros de altura, mas na minha opinião nada supera um monstro super forte com 4 metros de altura lutando com três pirralhos de 1 metro e meio de altura.

É, o primeiro halloween do Harry foi inesquecível!!!






sábado, 26 de outubro de 2013

[VÍDEO] This is Halloween




Com a música "This is Halloween", na versão rock de Marilyn Manson, este vídeo traz imagens dos primeiros quatro filmes da Série. Apesar do meu inglês enferrujado, é um vídeo muito divertido.